• Studies Show the Way You Breathe May Influence Your Mind

    Written by Gustavo Oliveira

    A study started in 1991 by Jack Feldman, professor of neurology at UCLA, and later by Mark Krasnow and Kevin Yackle showed that breathing affects the mind and its emotional states. They found a neural circuit that causes us to be anxious when we are breathing rapidly, and calm when we are breathing slowly.

    With that said, what impact does the depth and rhythm of breathing have on your mind? If it does have any effect, can it help you improve your business or your job performance? The answer is, yes.

    For 12 years, I have been researching, training and teaching more than 2,000 students worldwide, including high-achieving entrepreneurs, corporate executives and elite athletes on how to reach their fullest potential by developing their body and brain to perform at its peak potential.

    I adopted a methodology called DeRose Method to train my students. This method encompasses a collection of more than 50 respiratory techniques that bring a powerful impact on mind’s ability to function better, in addition to an increase in energy levels of the practitioner.

    In summary, the primary impacts of proper breathing include;

    • The ability to change your immediate emotions. Changing the rhythm of the breathing can have the ability to change our immediate emotions. When you have a better control of your emotions, you can keep them in balance with rational thinking, allowing you to make better business decisions.
    • Increase in concentration and focus. When we establish a deep and well-paced breathing the instabilities of our consciousness and our mind decrease, favoring concentration and focus.
    • Increase your productivity. When you gain control over your emotions and increase your ability to focus, and you will naturally have a better business performance, due to the increase in your productivity.
    • Develop better relationships. As a result of managing your emotions better, you will have the ability to maintain professional relationships with the team, customers, and suppliers.

    Therefore, training breathing techniques and applying them to your daily life will positively affect your brain activity. With practice, in time, you will acquire the ability to accelerate or slow down your breaths according to your needs. With an increased emotional intelligence, a better focus and more mental resilience you will perform better at work, realizing your potential.

    AI(Artificial Intelligence) concept.

  • Você tem fome de quê?

    Written by Rannison Rodrigues

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    A famosa música dos Titãs nos provoca: “Você tem sede de quê? Você tem fome de quê?”. E, na vida profissional, a pergunta permanece. Do que temos fome? Será que somos forçados a comer? É possível que comamos demasiadamente, mas nos alimentemos muito pouco? Seriamos viciados em “junk food” na vida profissional?

    Se essa “fome” ou “sede” for renomeada para “propósito”, o que diríamos sobre o que queremos? Você já pensou nisso? Em recrutamento, o mais comum é encontrar profissionais em busca de um emprego. Embora isso possa parecer óbvio, se você leu com atenção, reparou no “o mais comum é…”. Porque em recrutamento também é frequente encontrar pessoas buscando um propósito, uma razão de ser. E isso nem de longe é um exagero.

    Por diversas vezes tive a oportunidade de conversar com pessoas que sabiam fazer coisas, mas não sabiam porque faziam. Não sabiam se gostavam daquilo também, mas o importante era ter um bom salário, boa reputação e conforto assegurado. É uma estratégia. Na verdade, quase sempre, essa é “A Estratégia”. E não tem nada de errado com ela.

    Conheça o Antônio

    No entanto, ao longo dos anos difíceis que o Brasil viveu recentemente, também vi muitas pessoas passando por situações adversas. Dessas muitas pessoas, tive a oportunidade de acompanhar a história do Antônio (vou chamá-lo assim). Foi essa história que me levou a escrever esse texto. Porque a história dele também mexeu com a minha história.

    Antônio era o CFO de uma indústria multinacional. Ele fala 4 idiomas, tem MBA fora do Brasil, uma carreira sólida e uma reputação irretocável no mercado. Quando nos conhecemos ele tinha uma remuneração bastante agressiva, benefícios compatíveis ao cargo, quase 100 pessoas sob gestão e alguma coisa no olhar que eu não consegui detectar de pronto.

    Conversamos, eu e ele, por quase 2 horas. Ao final da conversa, quando estávamos quase nos despedindo, perguntei a ele, entre amenidades, o que ele mais gostava no trabalho que fazia. Lá veio aquele olhar de novo. A resposta evasiva e diplomática foi “são tantas coisas, que teríamos que pedir outro café e sua agenda não permitiria”. Rimos, nos despedimos e mantivemos contato.

    Quase um ano depois, o Antônio foi desligado durante uma reestruturação e me perguntou se poderíamos tomar um café. Mesmo sem uma vaga específica para ele, nos encontramos. Ele me contou dos últimos acontecimentos, a reestruturação, sua saída, seus horizontes, sua preocupação…tinha descoberto poucas semanas antes que sua esposa tinha câncer. E ali, entendi o que eu tinha visto nos olhos dele no nosso primeiro encontro: era tristeza.

    Fiz o que pude para ajudar o Antônio a se recolocar. Sempre que possível, eu o apresentava em processos seletivos. Ele participou de alguns. Mas, por motivos variados, infelizmente, acabou não se recolocando (talvez também percebessem a tristeza dele). A frustração dos “nãos” consecutivos fez aquela sombra nos olhos do Antônio aumentar por mais algum tempo, mas ele não se entregava e eu admirava aquilo.

    Aproximadamente 7 meses depois de nosso café, liguei para o Antonio falando de um processo seletivo. Dessa vez, ele não atendeu esperançoso. O que ouvi foi “Obrigado por não desistir de mim, meu amigo. Mas minha esposa morreu hoje de manhã e não estou em condições de fazer entrevistas, me desculpe.” Nessas horas, o que se fala para fazer alguém sentir-se melhor? Por alguns segundos fiquei mudo. Ofereci minhas condolências e desliguei o telefone estonteado.

    Antônio, eu sabia, estava numa situação em que nada nem ninguém no mundo poderia realmente ajuda-lo. Nem um emprego novo, nem um belo pacote de benefícios, nada disso. Estava num mar de tristeza, sem dúvida. E pensei naquela tristeza que vi nele quase dois anos antes, durante nossa primeira entrevista. De onde ela vinha? Descobri 3 meses depois.

    Após esses 3 meses recluso, Antônio, que era apaixonado pela esposa (com quem foi casado por 26 anos), decidiu mudar. Com 50 anos de idade, muitos no lugar dele não fariam o mesmo. Mas ele não é, nem de longe, uma pessoa comum. Me mandou um e-mail convidando para um almoço. E lá fui eu almoçar com ele. Dessa vez, percebi outra coisa nos olhos do meu amigo. Isso é alegria, pensei.

    Almoçamos em clima descontraído e durante todo o almoço evitei o tema da esposa dele, mas foi ele quem puxou o assunto, entre tantos outros, falando de como tinha sido difícil e de como aquela situação o tinha feito repensar. Parou de fumar, perdeu bastante peso, mudou de apartamento, recusou algumas propostas de emprego… Eram propostas inadequadas? Segundo ele, sim. Ótimos salários, ótimos benefícios e ótimas oportunidades de ficar trancado em um escritório pelo resto da vida.

    Fiquei surpreso. Ele percebeu e me disse que não aguentava mais ser exemplo para tanta gente e se sentir tão mal. Tantos queriam alcançar o que ele tinha alcançado, e ele mesmo percebeu que não queria aquilo. “Por que? É uma bela carreira, Antônio! Você tem muito do que se orgulhar”, retruquei eu. “É verdade, mas orgulho e felicidade nem sempre andam juntos, Rannison. E hoje, eu não trocaria nenhum segundo da minha felicidade por anos de orgulho.”

    “E você não fica feliz em ter conquistado tudo o que conquistou?”, insisti. “Fico, mas nem tanto assim, sabe?! Conquistei essas coisas por causa dos outros: dos amigos, da família, da sociedade. Queria alcançar o que me diziam que era ser feliz e reconhecido: comprar coisas. Mas hoje sei que fiz pelos motivos errados. Não amava isso. Não fiz por mim. Sempre fui bom de matemática, mas o que eu gostava mesmo era de ensinar. Por isso me tornei gestor com tanta naturalidade, eu acho.”

    E lá estava eu, de frente para um dos CFOs que eu mais admirei durante a minha carreira como headhunter, ouvindo dele mesmo algo como, “Ser CFO não é pra mim”, ou melhor, “nunca foi”. Fiquei chocado por alguns instantes e ele percebeu novamente, mas mudou de assunto. Me contou que dali em diante seria professor e que estava muito animado com os novos desafios. O convidei para outros processos seletivos depois disso. E, cordialmente, ele sempre me lembrou que agora era professor.

    A tal da fome

    O almoço aconteceu 4 anos atrás. Anteontem, encontrei de novo com o Antônio, mas dessa vez estávamos correndo, literalmente. Subindo a estrada das paineiras, ouço alguém me chamando. Olho para trás e dou de cara com o Antônio em trajes esportivos, com um sorriso enorme no rosto. Fomos correndo juntos e durante nossa conversa ofegante, contei, eu dessa vez, os meus causos e ele me ouviu pacientemente.

    Depois de ouvir alguns quilômetros de atualização, ele também me atualizou por outros tantos. No final, me convidou para um suco. Sentamos à mesa e ele arrematou: “Você tem fome de quê?”. E eu respondi que só ia querer um açaí mesmo. Ele riu e repetiu a pergunta de outro jeito. “Quando você sobe aquela ladeira, você sente o que? É uma ladeira dura, é cansativo, é desconfortável. E você estava sozinho, não tinha ninguém subindo do seu lado. Se eu não aparecesse, você iria sozinho! Por que então sobe e desce, e depois faz tudo de novo outro dia?”.

    Eu sabia que ele já sabia a resposta, afinal estava fazendo o mesmo que eu, mas percebi que tinha um ensinamento ali me esperando, e respondi: “Sinto prazer, uma alegria enorme”. Ele assentiu com um sorriso e disse: “Lembra daquele nosso almoço? O que eu te contei naquele dia é igual àquela montanha. Fazer o que te faz feliz pode ser desconfortável, muita gente não vai entender e quase ninguém vai te acompanhar no caminho. Mas quando você sabe porque está fazendo, sente essa alegria imensa. Eu era só uma pessoa subindo a montanha porque os outros disseram que era legal, e não sentia essa alegria. Naquela época, acho que você não entendeu quando te disse que queria mudar de carreira. Hoje eu é que te pergunto: Você tem fome de quê?”

    Autoconhecimento

    Por muitos dias essa pergunta ecoou nos meus ouvidos. Como, em um mundo com cada vez mais conhecimento e informação, sabemos tão pouco sobre nós mesmos? Como é possível e o que isso provoca em nós a longo prazo (não só como indivíduos, mas como sociedade)? Em uma época em que muitos empregos deixarão de existir em função de avanços tecnológicos, o que resta para as pessoas além de produzir? O que nos move? O que te move? Qual é a sua montanha? Afinal de contas, você tem fome de quê?

     

    Rannison Rodrigues LinkedIn (https://bit.ly/2OtVbBk)
    Rannison Rodrigues   LinkedIn (https://bit.ly/2OtVbBk)

     

     

  • How Emotional Intelligence Can Help You Succeed in Business

    Written by Gustavo Oliveira

    Heart shape in human head. Concept of love.

    Most people believe that their most significant assets are their professional experiences, certifications, and diplomas but, in reality, it is the ability to manage good human relations. Human relations are what we might call emotional intelligence (EI). A component of emotional intelligence is how we deal with situations of pressure, frustration, and stress when working with others.

    Below are four powerful techniques when handling and developing your emotional intelligence:

    Study yourself.

    To get a better understanding of your emotional responses, behaviors, and where your weaknesses may lie, learn to pay attention to your reactions and behaviors. Understanding exactly where you need more work can help you get ahead. If you need a better understanding of where your weakness may lie, find people in your professional or personal life who will tell you the truth, even when it’s difficult. They don’t necessarily have to be your close friend or family, but they do need to be honest and unafraid to tell you what areas in your personality you may need to work on.

    Manage emotions by merely breathing correctly.

    Have you noticed how a person that is under stress or is angry breathes? Very short and fast. Have you seen how a person that is focused and concentrated breathes? Deep and steady. Learn to manage your immediate emotions. To manage your immediate emotions, try breathing and exhaling slowly, by taking deep breaths through the nose, while keeping your ribcage relaxed. Also, deep, slow breathing into the belly is strong medicine for anxiety, fear, and anger. Learning how to slow down breathing is a powerful tool to help one manage emotions and cope with pressure during stressful situations.

    Channel your emotions.

    A great method of handling negative emotions is to transform negative energies into positive ones by redirecting them to fuel new opportunities. In 2009 I was expanding two successful businesses. Two years later, both had failed and my money was gone. I was crushed, frustrated and disappointed, but instead of letting my emotions reinforce an unproductive mindset and behaviors, I channeled the power of frustration into something positive. I decided use my failures by teaching others from my mistakes. I created a course which was a huge success and became an amazing new asset.

    Transmute your emotions.

    One powerful solution to handling negative emotions is to transform the negative energies into positive ones by directing the emotions and energies to something else. See chart below for common negative emotions that can be converted into positives ones.

    To learn how the DeRose method can help you improve your EI through physical techniques, mentalization and emotional reprogramming please visit www.derose-method.us

    Spread the love
    FONTE: https://bit.ly/2QxcqOH
  • The DeROSE Method

    Written by Kyle Bart (www.aspiringgentleman.com)

    South America with network representing major air traffic routes. Elements of this image furnished by NASA.

     

    A New Discipline the Helps You Live a More Fulfilling, and Productive Life

    Most people are in pursuit of a more ‘satisfying’ life but many are not sure how they can live a more fulfilling, and productive life. We all want to perform our best when it matters most – in work and life, but in today’s “always on” and stress-filled world, we can feel unfocused, unenergized and drained. Everyday Americans struggle with achieving a healthy work-life balance, taming their bad habits, emotions, maximizing energy, and staying true to their values in social situations. As a result, these road blocks are limiting many to rise to their highest potential in life. As a result, many are turning to a unique practice, the DeRose Method, to help expand their energy capacity for improved performance and resilience in their lives.

     

    What is the DeRose Method?

    The DeRose Method is a unique practice proven to help develop an individual’s brain, body and emotions, through techniques (breathing, body awareness and physical health, relaxation, concentration, meditationand concepts (mental attitude, ability to cope with pressure, behavioral and emotional management, relational skills and management, stress management and good nourishment). These skills build the solid foundation upon which one’s daily performance will thrive.

     

    How?

    The DeRose Method is a practice that shows individuals how to maximize their outer impact in life by learning to control their brain’s ability to handle the persistent demands in their everyday lives. It also empowers one to gain emotional control and create new and/or develop healthier habits by cultivating self-discipline, maximizing energy, enhancing self-awareness in social environment, and improving their nutritional habits. While most individuals do not have 100% control over their environment, there are choices they can make daily that affect performance and productivity, relationships, health, and happiness. Some of the tools used in the DeRose Method are respiratory re-education, stress management techniques, meditation, procedures that enhance emotional tuning and mental concentration, and a physical portion that improves muscle tone and flexibility. The program also includes a nutritional portion. Each program is completely tailored and personalized to the user’s needs. The practice has already been adopted by top companies to help their leaders and employees improve in concentration, team working skills, creativity, insight, and productivity.

    The DeRose Method was started by Prof. DeRose (born February 18, 1944). Prof. DeRose has authored more than thirty titles and sold over one million copies worldwide on his teachings and philosophies. With over fifty years of career experience, he has trained thousands of entrepreneurs and is recognized internationally as one of the most successful professionals in his field. A master in self-development, Prof. DeRose has been awarded numerous titles and honors from various institutions around the world, including the Medal of Peace from the United Nations Organization of Brazil in 2006. DeRose was also recognized in 2001 and 2002 with the title of Master (non-academic) and an Honorary Degree from the FATEA – Faculdades Integradas Teresa d’Ávila (Brazil), the Universidade Lusófona of Lisboa (Portugal), the Universidade do Porto (Portugal), the Universidade de Cruz Alta (Brazil), the Universidade Estácio de Sá (Brazil), the Faculdades Integradas Coração de Jesus, and the City Council of Curitiba (Brazil).

    Since 1960 Prof. DeRose has taught and defended a lifestyle that values well-being, strength, power, civility and culture. In the 2007, he began to develop the DeRose Method, a system of techniques and concepts with the purpose of improving the practitioner’s level of high performance and quality of life. The DeRose Method teaches individuals how to live in high performance by pursuing brain, emotions and body mastery through techniques (breathing, body awareness and physical health, relaxation, concentration, meditation) and concepts (mental attitude, ability to cope with pressure, behavioral and emotional management, relational skills and management, stress management and good nourishment).

    Today, the DeRose Method has over 20,000 members and is taught all over the world; in more than 90 locations, 11 different countries and in cities such as New York, London, Paris, Rome, Barcelona, Lisbon, São Paulo, Rio de Janeiro, and Buenos Aires, among others. Each program is completely tailored and personalized to the user’s needs. The practice has already been adopted by top companies to help their leaders and employees improve in concentration, team working skills, creativity, insight, and productivity. Companies that have implemented the practice include Coca-Cola, Nestlé, Adidas, Exxon Mobil, Petrobras, Bank of Brasil, Shell, Loshpe Maxion, DuPont, among many others.

    The DeRose Method is helping many Americans reach their desired path to success by empowering them to achieve high performance in work and life. For more information, please visit: www.derose-method.us

     

    FONTE: https://bit.ly/2xcPGLQ

  • Receita de arroz doce

    homemade rice pudding

    Ingredientes (para 14 pessoas):
    2 xícaras de arroz branco
    7 xícaras de água
    3 vidros de leite de coco
    1 xícara e meia de açúcar refinado
    Canela
    Anis estrelado
    Cardamomo
    * leite de amêndoas ou leite integral a gosto

    Modo de Preparo:
    Colocar o arroz para cozinhar com a água, o anis estrelado, a canela e o cardamomo.
    Depois que começar a ferver adicionar o açúcar e 1 vidro de leite de coco.
    Acompanhar enquanto a água seca, mexendo e cuidando para o arroz não grudar na panela.
    Adicionar mais um vidro de leite de coco e mexer.
    Quando a água estiver no nível do arroz, adicionar o último vidro de leite de coco e mexer.
    Acrescentar o leite de amêndoas ou leite integral a gosto.
    Desligar o fogo enquanto ainda tiver um pouco de água no fundo para não deixar queimar.

  • DeRose Method – Conceitos e técnicas

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    Quando mencionamos o DeROSE Method, estamos nos referindo a um mundo de conhecimento, baseado no resgate de uma cultura muito antiga, hoje, extinta do planeta.
    Mas não podemos reduzir tal cultura a esta ou àquela técnica, a este ou àquele aprendizado. É tanto conteúdo, que o aluno leva, normalmente, anos para se familiarizar com este acervo. Mesmo o profissional deste Método tem uma carreira longa, com muito tempo para se aprimorar! Não à toa, temos uma Escala Evolutiva que permite ao aluno e ao profissional progredir no seu ritmo e galgar, progressivamente, graus mais elevados.
    Na área comportamental, nossa inspiração é na cultura dravídica, que brilhou há mais de 5000 anos na região do Vale do Indo (hoje, território da Índia e Paquistão). Uma cultura matriarcal, que valorizava a sensorialidade e o desenvolvimento através do prazer – verdadeiro caminho de autoconhecimento que trilha, hoje, o praticante.
    Na área técnica, remontando-nos à mesma época de referência, encontramos uma metodologia primitiva, antiga e autêntica. Um conjunto de técnicas poderosas, que trabalham o indivíduo para fortalecer a sua estrutura biológica: resistência, ampliação da capacidade respiratória e de concentração, consciência corporal, lucidez.
    Sendo assim, o DeRose Method vai muito além da parte técnica, observando o indivíduo no contexto completo da sociedade em que vive: boas relações, responsabilidade social, ética, boas maneiras, escolha inteligente dos alimentos – são os principais conceitos comportamentais.

  • 7 Hacks to Enhance Your Mental Performance

    Written by Gustavo Oliveira (www.brainhackers.com)

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    For the past 12 years, I have been teaching top-level executives, entrepreneurs, and elite athletes on ways they can enhance their professional performance while improving their quality of life.  One of the most critical components needed to improve your professional performance starts with the ability to improve your mental performance.
    The methods I use to improve mental performance derives from the DeRose Method. The DeRose Method incorporates over 2,000 techniques, so I’ve summarized seven hacks that you can start applying right now in order to begin enhancing your mental performance. To further validate the results that can be achieved by using the DeRose Method, I’d like point to a recent study conducted by the neuroscientist Dr. Renata Coura from Paris, France. Dr. Coura states that “altogether, the set of techniques and behavioral training of the Method have a strong impact on the functioning and also in the structure of the practitioner’s brain and body. This translates into general well-being, emotional self-sufficiency, awareness-raising and high-performance mental skills.” She continues “imaging studies show that poor diet, lack of physical activity and sleep, and having counterproductive thoughts, reduce the level of brain activity and hamper its functioning.”

    Below are my 7 hacks for enhancing your mental performance.

    1. Learn to cultivate good relationships. This habit eliminates a lot of emotional issues and will help you focus energy and mental strength on more productive activities. Maintaining good relations can also provide you with a healthy support system.
    2. Good nutrition: Vegetables and fruits generally are richer in terms of energy and nutrients. So, a diet full of them will definitely improve brain functions.
    3. Learn to breathe properly: A study started in 1991 by Jack Feldman, professor of neurology at UCLA, showed that breathing affects the mind and its emotional states. They found a neural circuit that causes us to be anxious when we are breathing rapidly and focused when we are breathing slowly.
    4. Develop a comprehensive meditation approach: The DeRose Method combines meditation with breathing exercises, internal cleansing techniques, body techniques, relaxation, and mentalization. This approach brings a powerful focus, awareness and mental concentration ability.
    5. Maintain a positive attitude: Train your mind to see the positive angle of any situation. Whenever an adverse situation occurs, train yourself to take advantage of it somehow, rather than whining.
    6. Physical activity and sleep: Within the Method, there are body and stress management techniques which will improve physical condition, the quality of your sleep, and consequently enhance brain activity.
    7. Emotional management: A common way of dealing with our emotional aspect is through control. And control means repression of our emotions. This works for a while, but only for a while. The emotional impulse does not disappear, and eventually that repressed energy sooner or later will explode or implode, bringing unwanted consequences. The solution is to channel the emotional energy into something positive through behavior training.

     

    FONTE: https://bit.ly/2K25Xf5

  • Receita do Strogonoff DeRose

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    INGREDIENTES (quantidades, a gosto):
    cebolas;
    palmito macio;
    champignon fresco;
    queijo mozzarella, provolone e um terceiro (opcional) da sua escolha;
    molho de tomate;
    creme de leite ou yogurt ou tahine, ou taratur;
    orégano;
    cardamomo em semente;
    noz moscada;
    molho de pimenta verde ou vermelha;
    especiarias de sua escolha.

    Se faltar um destes ingredientes, não se aflija. Substitua-o de acordo com o seu paladar e intuição. Culinária também se faz com criatividade e improviso.

     

    MODO DE PREPARAR:
    Corte as cebolas em rodelas e ponha para fritar sem acrescentar nenhum tipo de óleo. Vá mexendo sempre para que não queime, mas deixe dourar bem.
    Introduza o molho de tomate. Depois acrescente um pouco de água, os champignons cortados ao meio e o palmito picado. Que tal um pouco mais de água?

  • Receita de torta de tomate

    Chicken, spinach and tomatoes pie( quiche) on a white wood background. Top view

    Ingredientes
    • 8 a 12 tomates (a quantidade dependerá do tamanho dos tomates);
    • 3 colheres das de sopa de manteiga;
    • 3 ovos inteiros;
    • 2 gemas;
    • 1 lata de milho verde;
    • 1 pimentão vermelho, pequeno;
    • 1 xícara de leite;
    • 4 xícaras de farinha de trigo;
    • 2 maços de salsinha;
    • 1 maço de cebolinha;
    • 1 cebola ralada, pequena;
    • 20 folhinhas de manjerona;
    • 5 folhinhas de manjericão;
    • 20 folhinhas de alecrim;
    • 1 colher das de chá de curry;
    • 1 colher das de chá de molho de pimenta vermelha;
    • 2 colheres das de sopa de catchup;
    • 3 colheres das de chá de fermento em pó;
    • 3 colheres de óleo;
    • queijo prato ou mozzarella em cubinhos.

    Modo de preparo
    Coloque em uma tigela grande: 3 ovos inteiros, a manteiga amolecida, 1 colher das de sopa de óleo, os tomates e o pimentão picados bem miúdos, os temperos verdes bem picadinhos, o milho verde (com a água da lata), o curry, as pimentas e o catchup.
    78 ALIMENTAÇÃO VEGETARIANA: CHEGA DE ABOBRINHA
    Acrescente 2 xícaras de farinha de trigo e misture delicadamente. Acrescente o leite e mais 2 xícaras de farinha de trigo. Torne a misturar, temperando com pouquíssimo sal. Por último, misture o fermento. A massa deverá ficar bem mole, mas não muito úmida. Se estiver muito firme, acrescente um pouco mais de leite, se estiver muito mole, um pouco mais de farinha de trigo.
    Espalhe em forma grande, apenas untada com o óleo restante. Espalhe em cima os cubinhos de queijo, apertando cada um com o dedo para que penetrem na massa, mas fiquem aparentes. Leve ao forno médio por cerca de 25 minutos. Retire do forno e pincele com as duas gemas. Volte ao forno por mais 4 minutos. Pode ser servido quente ou frio. Se desejar uma receita menor, reduza os ingredientes proporcionalmente.