• Receita de sorvete de manjericão

    A bowl of freshly made basil ice cream with a garnish of fresh basil.

    Ingredientes:

    – Manjericão (folhas) 1 xícara;
    – Leite condensado – 2 caixinhas (790g);
    – Creme de leite – 2 caixinhas (400g);
    – Suco de limão – ¼ xícara;
    – Agar agar – 2 colheres (chá);
    – Água – ½ xícara.

    Modo de fazer:
    Bata no liquidificador o manjericão, o leite condensado, o creme de leite e o suco de limão.
    Dissolva o agar agar na água e leve ao fogo para dissolver bem.
    Acrescente à mistura de manjericão e bata bem.
    Leve ao freezer até endurecer.
    Bata no processador ou liquidificador e leve ao freezer novamente.
    Repita a operação mais duas vezes.

  • Curso com o Sistematizador DeRose na Sede Central

    Ontem rolou curso com o próprio Sistematizador na Sede Central – Jardins. O tema foi Boas Maneiras, um dos conceitos que fazem parte dessa cultura.
    No nosso site tem uma matéria sobre esse tema.
    Se quiser saber mais, recomendamos o livro Método de Boas Maneiras do próprio DeRose.

    Metodo-DeRose-Vila-Madalena-DeRose1

     

    Desculpe (capítulo do Método de Boas Maneiras)

    “A utilização do pedido de desculpas pode evitar até 90% dos conflitos entre amigos e desconhecidos. Só não funciona tão bem entre familiares, mas mesmo assim atenua bastante as tensões.

    Deve ser utilizado não apenas quando você cometer algum erro, mas também quando outros os cometerem. Alguém lhe dá um esbarrão, você tem a certeza de que a culpa foi do outro, contudo, diz-lhe: “desculpe”. O outro provavelmente dirá o mesmo. Ou se ele estiver convencido de que a culpa foi sua, dirá “não foi nada”.

    Não há preço que compense a economia de saúde a curto e a longo prazo, proporcionada por evitar um confronto, seja ele com desconhecidos, com amigos ou com familiares.

    Então, vamos proceder a uma reeducação psicológica. Você aprendeu que quando os outros erram, eles é que têm que pedir desculpas. Agora está reaprendendo: quando você erra, pede desculpas e quando os outros erram você pede também.

    Jamais diga: “você não compreendeu o que eu disse”. No lugar dessa indelicadeza, declare com solenidade: “desculpe, creio que eu não me expliquei bem”.

    E numa circunstância em que assumir a responsabilidade poderia lhe custar um belo prejuízo? Se ocorrer um acidente de trânsito, você tem a certeza de que a culpa foi do outro motorista! Mas ele também tem a certeza de que a culpa foi sua… Então, que tal assumir a culpa e desculpar-se? O seguro paga. Não tem seguro? Então, não é para você que estou escrevendo. Todo o mundo tem seguro de tudo, do carro, da casa, de vida, de assistência médica. Quem não o tem é tão imprevidente que não faz sentido ler um livro destes. E não venha com a estória da falta de dinheiro que isso não convence. Bastaria comprar um carro minimamente mais barato e fazer o seguro.

    E como fica a questão do direito e da justiça? Como é que você vai assumir uma culpa que não é sua? Não seria isso uma atitude meramente covarde? Ao contrário! Definitivamente, é preciso muita coragem e dignidade para assumir a sua própria culpa e, muito mais, a de outrem. Isso foi o que fizeram inúmeros santos e heróis nacionais, pessoas com um elevado sentido de compromisso humanitário a ponto de sacrificar o próprio ego e às vezes, até a vida.

    Mas antes de utilizar a estratégia do pedido de desculpas, é preciso eliminar o sentimento de culpa típico das ex-colônias. Na América Latina diz-se o “desculpe-me” com humildade e inferioridade, enquanto que nos países colonizadores utiliza-se esse termo como recurso de superiorizar-se em relação à pessoa com quem se fala.

    Na França aplica-se o “pardon M’sier” para chamar a atenção de alguém que tenha sido indelicado ou que tenha procedido mal em qualquer circunstância.

    Na Inglaterra e outros países que falam dialetos do inglês, usa-se a forma “I beg your pardon” (eu suplico o seu perdão) para fazer uma admoestação com superioridade e elegância a quem tiver cometido uma falta, uma arrogância ou impertinência.

    Em ambos os casos a pessoa que pediu perdão fê-lo de cabeça erguida, com atitude de quem estava acima do outro. Com o pedido de perdão rebaixou o interlocutor, obrigando-o a responder com uma justificativa. No caso do inglês, a pessoa fica instada a modificar sua frase anterior. Se ela havia dito, por exemplo: “O senhor retirou o objeto que estava aqui”, o “I beg your pardon” tem o poder de modificar a atitude do acusador para algo como: “Sinto muito, o que eu quis dizer foi que o senhor pode inadvertidamente ter esbarrado e deixado cair o objeto em questão”. Você nota uma flagrante diferença de postura no pedido de perdão do colonizador e no do colonizado.

    Como estou lidando com um leitor que já é viajado e cosmopolita (se ainda não o é, passará a ser com a leitura dos meus livros), posso propor que assuma a postura de elevada auto-estima ao aplicar a estratégia do pedido de desculpas. Ao fazê-lo, você não estará se humilhando nem se rebaixando, mas estará pensando consigo mesmo: “Controlei a situação e dominei esse bruto que tenho diante de mim. Estou satisfeito por ter conseguido fazê-lo com uma inteligente administração de recursos. Na relação custo/benefício, poupei tempo, economizei stress e ainda contabilizei uma pessoa que pode vir a ser útil no futuro.”

  • Receita de quibe assado com recheio de queijo

    A young woman is opening the oven in her modern kitchen

    Ingredientes:

    • trigo para quibe – 3 xícaras;
    • cebola crua picada – 1 xícara;
    • cebola cortada em tiras, para fritar – 4 unidades;
    • tomate batido no liquidificador – 4 unidades;
    • azeitona verde (sem caroço) – 
 10 unidades;
    • louro – 2 folhas;
    • pimenta calabresa (opcional) – ½ colher (chá);
    • cravo-da-índia em pó – 1 colher (chá);
    • queijo parmesão ralado – ½ xícara;
    • cenoura crua ralada – 2 xícaras;
    • hortelã (folhas inteiras) – 1 maço;
    • queijo mussarela – 300g;

     

    Modo de fazer:

    Deixe o trigo de molho, durante uma hora. Troque a água, de vez em quando.

    Doure a cebola no óleo, acrescente a pimenta, o louro e o cravo em pó. Refogue, até exalar o aroma, e adicione o suco de tomate, azeitonas e sal. Deixe ferver.

    Escorra o trigo com uma peneira grande, e acrescente-o ao molho, mais o queijo parmesão. Cozinhe, mexendo sempre, até formar uma massa. Quando apagar o fogo, adicione a cenoura e a hortelã. Misture bem.

    Cubra o fundo de uma forma refratária com a metade do trigo, arrume, por cima, o queijo muçarela. Acrescente a outra camada de trigo e leve ao forno médio, para assar, até ficar bem consistente e corado.