• Receita de pão de queijo

    Receita da Professora Ro de Castro.

     

    Ingredientes:
    – polvilho doce ou azedo (1 xícara);
    – queijo de minas curado ralado (1 xícara);
    – manteiga (1 colher de sopa);
    – leite (até 1/2 xícara);
    – sal a gosto.

     

    Modo de fazer:

    Misture bem o polvilho com a manteiga e o queijo. Acrescente o leite aos poucos, enquanto amassa, até que a massa fique macia, homogênea e no ponto de fazer as bolinhas. Se o queijo não for salgado adicione sal a gosto. Unte e enfarinhe uma forma. Distribua os pãezinhos e leve para assar em forno médio por 20 a 30 minutos. Esta receita rende 8 pãezinhos.

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  • A tecnologia ao nosso favor

    Com o uso da tecnologia de impressão tridimensional, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into), ligado ao Ministério da Saúde, vai produzir próteses para pacientes amputados.

    A técnica já é usada para a confecção de instrumentos médicos usados em pacientes com artroses de ombro do instituto. Ao tornar mais precisas e ágeis as cirurgias, o Into prevê a redução mais rápida da espera cirúrgica.

    Especialistas do Into já se preparam para substituir também braços, pernas e pés amputados, inclusive de crianças. “A ideia é realizar essa cirurgia em larga escala e, a partir daí, extrapolar para outras articulações, como coluna e quadril”, conta o cirurgião Marcus Vinicius, que realizou as primeiras cirurgias em 3D no Into.

    A tecnologia tridimensional funciona a partir de um software (programa de computador) que reúne informações para a produção dos instrumentos extraídas de imagens produzidas por tomografia computadorizada. Assim, ela gera o objeto plástico.

    Um dos principais desafios das cirurgias é colocá-las na posição correta. Por isso, a grande vantagem da impressora é gerar peças que elevam a precisão da inserção dos equipamentos no corpo de forma menos agressiva.

    Em cinco anos, o instituto ampliou a sede no Rio de Janeiro e reduziu a fila cirúrgica de 22 mil para 11.123 cirurgias em espera. No primeiro semestre deste ano, foram realizadas 4.323 cirurgias e 108.389 consultas ambulatoriais.

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    Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil e Into 

  • Receita de lasanha de abóbora com gorgonzola

    Receita do Espaço Gourmet da Professora Ro de Castro.

     

    Ingredientes:

    Abóbora madura – 1,5 kg;
    Cebola pequena – 1 unidade;
    Óleo – 2 colheres de sopa;
    Cheiro verde – 1 maço;
    Leite – 1 litro;
    Amido de milho – 3 colheres (sopa);
    Noz moscada – ½ noz;
    Queijo gorgonzola – 175g;
    Massa para lasanha – 350g;
    Queijo muçarela – 250g;
    Sal – a gosto;

     

    Modo de fazer:

    Asse a abóbora inteira ou cortada em pedaços grandes. Quando estiver bem macia, desligue o forno e deixe amornar para cortar. A abóbora deve ficar no ponto de desmanchar.
    Doure a cebola no óleo ou azeite, refogue a abóbora e quando desligar o fogo acrescente o cheiro verde picado.
    Leve ao fogo o leite com o amido de milho ou farinha de trigo. Mexa com um misturador e deixe no fogo até ferver. Tempere com bastante noz moscada ralada.
    Pique o gorgonzola gelado.

    Monte a lasanha: cubra o fundo de uma forma refratária com o molho. Arrume uma camada de massa por cima. Em seguida uma parte da abóbora, outra camada de massa, fatias de muçarela por cima, outra camada de massa, mais uma de abóbora, massa e por último o restante do molho branco. Espalhe o gorgonzola por cima e leve ao forno em banho Maria.

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  • Arte e Técnica

    Parte fundamental da estrutura do DeROSE Method é o trabalho de técnicas, das mais simples às mais elaboradas. Como queremos trazer mais sensibilidade e consciência a tudo o que fazemos, buscamos transformar a própria existência em verdadeira obra de arte. Para refletir a relação entre arte e técnica, trazemos as palavras do artista João Werner:

    “Na sua relação com a natureza, o ser humano tem transformado e interferido com o natural através da utilização da técnica. Todo o desenvolvimento da cultura tem-se dado pela mediação de procedimentos técnicos.

    No domínio do fogo, nas primeiras semeaduras, no desenvolvimento da metalurgia, da cestaria ou da cerâmica, o conhecimento da maneira de produzir algo era passado de geração a geração, preservado como um patrimônio precioso.

    Esses conhecimentos, no princípio, eram quase que confundidos com os processos e rituais que formavam a sociedade primitiva. Se a semeadura era realizada nas épocas das chuvas, a garantia da boa colheita era obtida pelo sacrifício ao deus do cereal.

    Deste fundo comum de magia e tecnologia, lentamente se destacaram algumas técnicas que podiam-se auto-corrigir. Algumas técnicas se aperfeiçoaram, outras se mantiveram intactas, atravessando séculos sem grandes transformações.

    A arte, como técnica produtora de símbolos de comunicação estética, foi considerada na fronteira entre as técnicas que se podiam aprimorar e as que, pela própria natureza, permaneciam imutáveis. Esta situação ambígua tornou-se preponderante na época moderna.

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    Como uma das técnicas responsáveis pela produção da realidade humana, sociocultural, atuante entre diversos sistemas de crenças, a arte, quando tende para um essencialismo tende, simultaneamente, para desprezar a autocorreção de suas ações.

    O desprezo pelo desenvolvimento técnico tinha, por exemplo, o romantismo que, tendo a arte como expressão do Absoluto, via na técnica apenas um estorvo a mais para a criatividade espontânea.

    Contrariamente a esta posição, a arte, quando tende para a materialidade da vida e das relações sociais, tende a supervalorizar o emprego e o papel dos procedimentos técnicos.

    Concordando com estes últimos, na verdade, a técnica com que é realizada a arte é um dos mais importantes aspectos de sua existência, tão importante que torna-se difícil, senão impossível, separar a produção artística de sua produção técnica. E, por mais que se queira ver na a arte uma possível essência “inefável”, qualquer avanço das técnicas artísticas traz um avanço concomitante na produção estética.”

  • Receita de champignon na moranga

    Que tal experimentar uma receita tão tradicional em sua versão sem carnes?
    Confira a receita de um dos nossos livros de alimentação.

     

    Ingredientes:
    – abóbora moranga: 1 de aproximadamente 3 kg
    – tomates grandes: 6 unidades
    – champignons frescos: 1 1/2 kg
    – cebola picada: 1 unidade
    – óleo: pouco
    – louro: algumas folhas
    – pimenta vermelha: a gosto
    – cheiro-verde picado: 1 maço
    – sal: a gosto
    – leite de coco: 1/4 de xícara
    – manteiga ou azeite: 1 colher (sopa)
    – amido de milho: 1 colher (chá)
    – queijo cremoso (tipo Catupiry): 300 g

     

    Modo de fazer:

    Lave muito bem a moranga, corte uma tampa redonda na sua parte superior e retire cuidadosamente as sementes e uma pequena parte da polpa. Deixe a moranga ferver por aproximadamente 15 minutos numa panela bem grande, com uma xícara de água. Então, retire, escorre e reserve.

    Retire a pele dos tomates. Para isso, mergulhe-os em água fervente até as cascas se racharem e, em seguida, jogue-os na água fria. Elimine as sementes e bata-os no liquidificador.

    Deixe os champignons de molho em água com limão. Lave-os bem e escorra toda água.

    Refogue a cebola numa frigideira grande, com um pouco de óleo bem quente. Acrescente em seguida os tomates, o louro, as pimentas, o cheiro-verde e o sal. Deixe cozinhar um pouco e acrescente os champignons, conservando tudo no fogo por mais uns 10 minutos. Junte, então, o leite de coco, o creme de leite e a manteiga.

    Adicione o amido de milho dissolvido num pouco de leite e mexa até que a mistura engrosse.

    Forre o interior da moranga com fatias do queijo cremoso e derrame nela a mistura de champignons. Coloque a tampa como se fosse uma sopeira e pincele generosamente com óleo por fora. Leve então ao forno moderado para derreter o queijo e sirva acompanhada com arroz.

     

    Possíveis substituições:

    Creme de leite por yogurt natural, sendo que este deve ser acrescentado no fim, assim que a abóbora sair do forno. Misture delicadamente com o molho.

     

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  • Alta Performance

    “Agir, eis a inteligência verdadeira.
    Serei o que quiser.
    Mas tenho que querer o que for.
    O êxito está em ter êxito,
    e não em ter condições de êxito.
    Condições de palácio tem qualquer terra larga,
    mas onde estará o palácio se não o fizerem ali?”
    Fernando Pessoa

    Sim, nosso assunto de hoje, alta performance, traz a reflexão sobre o fazer, sobre estar em aprimoramento e evolução sempre, todos os dias e em tudo o que fazemos!

    O treinamento de alta performance do DeROSE Method se destina a qualquer pessoa que queira aumentar seus resultados em qualquer área da sua vida e, como consequência, contribuir ativamente para que mais pessoas também aumentem as suas conquistas.

    Deixamos aqui duas propostas para que pense o que é alta performance para você e a partir de hoje já a tenha mais presente em seu dia a dia:

    Uma excelente estratégia para colocar os desafios em prática no dia a dia é eleger uma atividade que você deseja adquirir ou aprimorar, e quer ter em sua rotina para conquistar. Escolher uma habilidade específica a ser adquirida. Se for algo a ser aprendido com o decorrer do tempo, você precisa verdadeiramente desejar dominar tal técnica, caso contrário irá desistir. Arrisque.

    Um despretensioso exercício de desenvolvimento de aptidões. Consiste em adestrar a mão esquerda e a direita de forma similar, executando todas as tarefas, tais como comer, escrever etc., nos dias ímpares, com uma e nos dias pares, com a outra. Recentemente descobriu-se que esse simples treinamento consistia numa poderosa estimulação neurológica dos hemisférios cerebrais. Experimente.

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