• A importância de viajar

    “Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”.
    Amyr Klink

    Como aluno do DeROSE Method, você tem a possibilidade de praticar, quando em viagem, noutras Escolas, em várias cidades de todas as regiões do Brasil e no exterior, nas capitais dos principais países da Europa e das Américas. Você não precisa interromper seu programa de práticas!

    Quem viaja expande horizontes, conhece novas pessoas, amplia laços afetivos e, acima de tudo, constrói memórias. Assim, vai criando uma rede de amizades por todo o mundo!

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  • Dia da Amizade

    Se aproxima o dia do amigo e da amizade, que poderia ser considerado um dos mais importantes do ano, afinal, “A melhor parte da vida de uma pessoa está nas suas amizades”! (Abraham Lincoln)

    Uma das principais características da Nossa Cultura é o sentimento gregário, o que pode sim ser traduzido como o hábito de gerar sempre novas amizades e cultivar as antigas. O grupo, as amizades sinceras, a partilha constante reservam-nos uma aprendizagem contínua através do outro e com o outro.

    “Sentimento gregário é o que induz cada um de nós a perceber, bem no âmago da nossa alma, que fazer tudo isso, participar de tudo isso, não é uma obrigação, mas uma satisfação.” Sistematizador DeRose

    Um brinde e um texto de Fabrício Carpinejar, celebremos, a cada dia, a força da amizade!

     

    OS AMIGOS INVISÍVEIS

    Os amigos não precisam estar ao lado para justificar a lealdade. Mandar relatórios do que estão fazendo para mostrar preocupação.

    Os amigos são para toda a vida, ainda que não estejam conosco a vida inteira. Temos o costume de confundir amizade com onipresença e exigimos que as pessoas estejam sempre por perto, de plantão. Amizade não é dependência, submissão. Não se têm amigos para concordar na íntegra, mas para revisar os rascunhos e duvidar da letra. É independência, é respeito, é pedir uma opinião que não seja igual, uma experiência diferente.

    O que é mais importante: a proximidade física ou afetiva? A proximidade física nem sempre é afetiva. Amigo pode ser um álibi ou cúmplice ou um bajulador ou um oportunista, ambicionando interesses que não o da simples troca e convívio.

    Amigo mesmo demora a ser descoberto. É a permanência de seus conselhos e apoio que dirão de sua perenidade.

    Amigo mesmo modifica a nossa história, chega a nos combater pela verdade e discernimento, supera condicionamentos e conluios. São capazes de brigar com a gente pelo nosso bem-estar.

    Assim como há os amigos imaginários da infância, há os amigos invisíveis na maturidade. Aqueles que não estão perto podem estar dentro. Tenho amigos que nunca mais vi, que nunca mais recebi novidades e os valorizo com o frescor de um encontro recente.. Não vou mentir a eles, vamos nos ligar? Num esbarrão de rua. Muito menos dar desculpas esfarrapadas ao distanciamento.

    Eles me ajudaram e não necessitam atualizar o cadastro para que sejam lembrados. Ou passar em casa todo o final de semana e me convidar para ser padrinho de casamento, dos filhos, dos netos, dos bisnetos. Caso os encontre, haverá a empatia da primeira vez, a empatia da última vez, a empatia incessante de identificação. Amigos me salvaram da fossa, amigos me salvaram das drogas, amigos me salvaram da inveja, amigos me salvaram da precipitação, amigos me salvaram das brigas, amigos me salvaram de mim.

    Os amigos são próprios de fases: da rua, do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, da faculdade, do futebol, da poesia, do emprego, da dança, dos cursos de inglês, da capoeira, da academia, do blog. Significativos em cada etapa de formação. Não estão em nossa frente diariamente, mas estão em nossa personalidade, determinando, de modo imperceptível, as nossas atitudes.

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  • Receita de lasanha de palmito

    Receita extraída do livro “O gourmet vegetariano” da Profª. Rôsangela de Castro.

     

    Ingredientes:

    – Massa para lasanha (250g);
    – Tomate (4 unidades);
    – Cebolas (1 grande);
    – Óleo (4 colheres de sopa);
    – Açúcar (1 colher de sopa);
    – Palmito (1 frasco grande);
    – Manjericão (a gosto);
    – Leite (2 xícaras);
    – Manteiga (2 colheres de sopa);
    – Amido de milho (2 colheres de sopa);
    – Queijo parmesão ralado (50g);
    – Noz-moscada ralada (a gosto);
    – Queijo mozzarella fatiado (250g);
    – Sal (a gosto);
    – Orégano (a gosto);
    – Azeite (a gosto);

     

    Modo de confecção:

    – Numa panela grande, coloque água para ferver, acrescente sal e óleo e ponha a massa para cozinhar. Mexa de vez em quando.
    – Pode-se utilizar também a massa pronta e vai direto ao forno.
    – Escalde os tomates em água fervente e logo em seguida banhe-os em água fria para retirar a pele. Em seguida pique-os.
    – Corte a cebola em tiras finas, refogue-as no óleo até que fiquem bem douradas e acrescente os tomates. Adicione sal a gosto e o açúcar, para amenizar a acidez do tomate. Deixe cozinhar para formar o molho e, por fim, junte o palmito picado e o manjericão.
    – Prepare o creme de parmesão: misture o leite com o amido de milho, a manteiga e o queijo ralado e leve ao lume. Mexa sempre até engrossar. No fim, junte a noz-moscada ralada.
    – Monte a lasanha. Primeiro unte uma forma de vidro refratário com azeite.

    – Coloque uma camada fina de creme de parmesão; depois, uma de massa; a seguir, o molho com palmito; depois, uma de massa, creme, fatias de queijo mozzarella. Complete com as camadas alternando-as desta maneira: massa, molho com palmito, massa, creme, queijo mozzarella. Regue com azeite e polvilhe com o orégano.
    – Leve ao forno quente e deixe até que todo o queijo tenha ficado bem derretido.

    – O óleo pode ser substituído por manteiga.

     

    Experimente! Bom apetite!

     

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