• Dia Mundial de Proteção às Florestas

    Hoje, 17 de Julho, é o Dia Mundial de Proteção às Florestas. Estas estão dentre os ecossistemas mais ricos do planeta, onde se desenvolvem as mais diversas espécies de plantas, árvores, folhas, animais. As florestas são, sem dúvidas, umas das maiores riquezas naturais de nosso planeta. Segundo a Organização das Nações Unidas, elas podem ser definidas como “uma área medindo mais de 0,5 hectares com árvores maiores que 5 m de altura e cobertura de copa superior a 10%, ou árvores capazes de alcançar estes parâmetros in sito”.

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     “Fui à floresta porque queria viver deliberadamente, encarar apenas os fatos essenciais da vida, e ver se eu poderia aprender o que ela tinha a ensinar…” Thoreau

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    A preservação e sustentabilidade está em cada atitude, dos indivíduos às comunidades. Cada pequeno gesto faz diferença. Mudar o paradigma de ver separação entre nós, os seres humanos,  e a natureza, pode ser fundamental para nos vermos verdadeiramente atuantes no meio-ambiente. Fazemos parte deste ecossistema e sermos mais conscientes em nossas ações, palavras e pensamentos pode sim ecoar a proporções maiores.

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    Então, quais serão suas ações efetivas mais sustentáveis a partir de hoje? O que está ao alcance de suas mãos para que não só as florestas e oceanos sejam preservados, mas também o ar que respiramos, a água que utilizamos, o lixo que produzimos e os alimentos que comemos estejam alinhados a um mundo mais sustentável? Estamos juntos nessa!

    “Atitude é uma pequena coisa que faz uma grande diferença.”  Clarice Lispector

  • O Juramento do Método DeRose

    Para comemorar o primeiro post em nossa nova plataforma, apresentamos a base do código de ética da Nossa Cultura, o juramento com o qual cada empreendedor do Método DeRose se compromete perante à opinião pública. Esta é também uma excelente fonte para todos os alunos aprenderem mais sobre nossos conceitos, quem somos nós e a que nos propomos. Para quem ainda não nos conhece, é uma referência para que nos conheçam melhor!

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  • Boa alimentação

    Para comemorar o dia do cozinheiro, 10/5, compartilhamos trecho do livro “O Gourmet Vegetariano – Um guia de alimentação” da Professora Rosangela de Castro.

    “Sabores, cores, aromas. Um universo sensorial se apresenta na degustação de uma nova combinação de especiarias. Muitas vezes, para transformar o simples no sofisticado, o insosso no manjar dos deuses, não precisa ser um mago ou um renomado gourmet.

    Seu livro abre portas para novas experiências gustativas. Os pratos são deliciosos, alguns de uma simplicidade exótica, de fácil execução. Contém ainda um material riquíssimo que contribui para sua qualidade de vida. Assim, o guia de composição dos alimentos, de combinações, das técnicas de desintoxicação e os cardápios sugeridos são uma bússola e o mapa que vão orientar o leitor para uma vida de saúde e plenitude”.

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    Trecho da Introdução

    Nada como despertar de manhã, com um sorriso no rosto após uma noite bem dormida, cheio de disposição e entusiasmo para viver um lindo dia de desafios e surpresas.

    A saúde é um bem precioso. Ela serve de alicerce, independendo do que você aspire a construir na vida. Os materiais que compõem essa base são os hábitos adquiridos no decorrer da existência e, para aprimorar a saúde, é necessário remanejá-los, eliminar alguns e acrescentar outros.

    Alimentação é um assunto que,a princípio, pode parecer complexo. São inúmeros os sistemas alimentares e cada um defende seus pontos de vista com argumentos bastante convincentes. (…)

    Deve-se levar em consideração que somos diferentes uns dos outros e não existe sistema alimentar que sirva igualmente para todos os seres humanos. Enquanto um adora e não pode viver sem banana, o outro não consegue digeri-la. Para este, o alho e perfeito e, para aquele, é péssimo. Para chegar ao ponto ideal, necessita-se de tempo, muita informação e prática. (…)

    Concluímos que mais vale um bom prato de comida saudável e deliciosa do que um milhão de argumentos.

  • Que rufem os tambores!

    Estamos chegando a um acontecimento muito importante em nossa história e a Equipe Copacabana quer compartilhar com você o significado deste momento.

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    Nossa Escola existe há mais de 43 anos, no mesmo endereço e com o mesmo número de telefone. Pode parecer algo de gerações anteriores, principalmente quando ainda colocamos que ensinamos um Método de qualidade de vida e alta performance consagrado há mais de meio século. Entretanto, combinamos este respaldo cultural a um ambiente aconchegante, com o frescor da jovialidade de quem está de bem com a vida, gosta de desafios e busca evolução pessoal.

    O que isso tem a ver com este momento que se aproxima?

    Resolvemos simbolizar em um elemento o que transmitimos e o que significamos para nossos alunos e nossa cidade. Conhecimento, leveza, liberdade. Nosso conteúdo, baseado em um acervo de mais de 5000 anos, unido ao nosso público, pessoas que procuram o convívio e a interação em um espaço aconchegante e familiar.

    Queremos que este elemento seja o ícone do início de nossa conversa. Um ponto de identificação mútua de valores. Criar conexão foi o ponto de partida. A vontade de transmitir a quantidade e qualidade de inesquecíveis experiências e valores que podemos gerar, compartilhar.

    Se formos felizes na troca que tivermos, caminharemos juntos. O que somos integrará sua história e você poderá alavancar suas experiências no que diz respeito ao aumento da consciência, lucidez e convívio.

    Queremos ser o ponto chave para que a sua vida tenha mais valor e para que juntos possamos construir um mundo melhor. Esta é a nossa razão de existir e também o motivo de gerarmos este elemento, uma nova plataforma que fortalece nossa proposta, mantém nosso significado e revoluciona nossa aproximação.

  • Dia da natação, Michael Phelps e o Poder do hábito

    Hoje, dia 8/4, comemoramos o dia da natação, um dos mais praticados no Brasil. Está em quarto lugar, ficando apenas atrás do futebol, vôlei e tênis de mesa. A prática da natação é quase tão antiga quanto o próprio homem, que aprendeu a se sustentar na água por mero instinto de sobrevivência. Mas embora os índios já nadassem nas terras brasileiras, como esporte oficial a natação só foi introduzida no Brasil no ano de 1897.

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    Para comemorar este dia, vamos a um trecho do livro “O poder do hábito”, do jornalista Charles Duhigg. Como Michael Phelps, o grande campeão olímpico de natação, preparava-se para lidar com situações inesperadas durante as provas, e como suas vitórias iniciavam antes de cada competição:

    “… eram 9h56 – quatro minutos antes do início da prova – e Phelps estava de pé atrás de seu bloco de largada dando pulinhos nas pontas dos pés. Quando o locutor disse seu nome, Phelps subiu no bloco, como sempre fazia antes de uma prova, e depois desceu, como sempre fazia. Balançou os braços três vezes, como fizera antes de cada prova desde que tinha 12 anos. Subiu no bloco de novo, assumiu sua postura e, ao ouvir o disparo da pistola, pulou. Phelps percebeu que havia algo errado assim que caiu na água. Havia umidade dentro de seus óculos. Nâo sabia dizer se o vazamento era em cima ou embaixo, mas enquanto rompia a superfície da água e começava a nadar, ele torceu para que a infiltração não piorasse muito.

    Já na segunda virada, no entanto, tudo estava ficando embaçado. Quando ele se aproximou da terceira virada e da volta final, seus óculos estavam totalmente cheios. Phelps não conseguia enxergar nada. Não via a linha no fundo da piscina, não via o “T” preto assinalando a parede que se aproximava. Não via quantas braçadas restavam. Para a maior parte dos nadadores, perder a visão no meio de uma final de Olimpíada seria motivo de pânico. Phleps estava calmo.

    Todo o resto, naquele dia, acontecera de acordo com o plano. A infiltração nos óculos era um desvio pequeno, MAS PARA O QUAL ELE ESTAVA PREPARADO. Seu técnico uma vez fizera Phelps nadar numa pisicna do Michigan NO ESCURO, pois achava que ele precisava ESTAR PRONTO PARA QUALQUER SURPRESA. Algumas das fitas de vídeo na mente de Phelps incluíam problemas como aquele. Ele já tinha ensaiado mentalmente COMO REAGIRIA a um defeito nos óculos. Quando começou a última volta, Phelps estimou quantas braçadas a reta final exigiria – 19 ou 20, talvez 21 – e começou a contar. Sentiu-se completamente relaxado enquanto nadava com força total. Na metade da volta ele começou a aumentar seu esforço, uma erupção final que se tornada uma de suas técnicas principais para superar os adversários. Após 18 braçadas, ele começou a prever a parede. Ouvia a multidão berrando, mas já que estava cego, não fazia ideia se estavam torcendo para ele ou para outra pessoa. Dezenove braçadas,depois vinte. Parecia que ele precisava de uma. Era isso que dizia a fita de vídeo em sua cabeça. Ele deu uma vigésima primeira braçada enorme, deslizou com os braços e encostou na parede. O timing tinha sido perfeito. Quando tirou os óculos e olhou para o placar, estava escrito “recorde mundial” ao lado do seu nome. Ele ganhara outra medalha de ouro.

    Depois da prova, um reporter perguntou qual fora a sensação de nadar cego. “Foi como eu imaginei que fosse”, disse Phelps. Foi uma vitória a mais numa vida cheia de pequenas vitórias.

  • As três formas de agradecer

    Texto da Profª Yael Barcesat, para colocar mais e mais em prática!

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    De onde vem o poder da gratidão? Desde a antiguidade os magos naturalistas pediam permissão aos elementos do bosque para entrar, ou para arrancar uma flor. Os antigos faziam isso com os animais, para alimentarem-se deles. Está intrínseco no ser humano o ato de agradecer, talvez simplesmente porque nos faz sentir bem.

    Contudo, é inegável que essa atitude desencadeia consequências a médio e longo prazo, que transcendem a sensação imediata de prazer. Ser grato permite mudar a polaridade, em vez de sermos apenas o beneficiado de um favor ou bem, podemos nos tornar o emissor de outro bem: a gratidão. Desta forma, o sentimento se transforma em ação.

    A primeira forma é quando a sensação de estar agradecido permanece não expressa: sua propriedade está latente, já que ainda não houve uma manifestação concreta. Nessa instância, a gratidão enriquece ao indivíduo.

    Na segunda forma, o sentimento se expressa, o que tem um efeito tanto em quem recebe a demonstração como em quem emite. Muitas vezes acreditamos estar claro implicitamente, mas a distância entre sentir e compartilhar é grande e faz toda a diferença. Verbalizar é uma forma de fazer chegar nossa gratidão a terceiros, extendendo o campo de ação dessa força.

    A terceira forma é a mais poderosa, porque nela a gratidão se transforma em ação efetiva, se materializa em feitos construtivos, cumpre a função de alimentar o círculo virtuoso da evolução. As homenagens, os presentes, a participação são muito mais que objetos simbólicos. Representam algo, mas também tem entidade própria, que somam à nobre função de demonstrar gratidão. Através desta forma poderosa de agradecer agraciamos o mundo em que vivemos.

  • O paradigma do emprego

    Texto do escritor DeRose para iniciarmos a semana com uma boa reflexão! Do Blog do DeRose

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    Que época rica em almas inspiradas! Alexandre Dumas, Victor Hugo, George Sand, Honoré de Balzac, Lizst… Esses e tantos outros, todos juntos numa só época e num só lugar!

    Balzac já havia escrito uma carrada de livros, era o mais lido em Paris e suas obras um sucesso pelo mundo afora. A essa altura sua mãe lhe disse: “Honoré, você não nasceu para escrever. Maldita hora em que enfiou essa idéia na cabeça. Você deveria ter um emprego regular e receber um salário, ao invés de viver cheio de dívidas e ser insultado nos jornais pelos críticos que o ridicularizam com suas caricaturas!” Até a Igreja colocou o nome de Balzac na lista negra, considerando seus livros perniciosos. Balzac, o herege, o maldito.

    Ah! Se Balzac tivesse ouvido sua mãe… Ah! Se eu tivesse ouvido a minha mãe… Hoje a literatura não teria La Comédie Humaine e eu seria um empregado numa empresa qualquer. Não teria escrito mais de vinte livros, não teria viajado o mundo todo tantas vezes, não teria mudado para melhor a vida de tanta gente. Teria me limitado a trabalhar para viver e viver para trabalhar como as legiões de empregados infelizes, sem motivação, que viveram e morreram sem nunca saber a que vieram ao mundo. Nesta idade, provavelmente, eu estaria velho, pobre e doente, como em geral estão os empregados nessa fase da vida, ansiando por uma aposentadoria que, longe de ser libertadora, constituiria o prenúncio do fim.

    Mas, se a instituição do emprego é nociva, por que nossos pais nos aconselham a sermos empregados? Pior: eles nos doutrinam, pressionam e, muitas vezes, obrigam a esse destino desafortunado e sem perspectivas.

    Conscientize-se desta realidade humilhante. Um amigo pergunta: “O que o seu filho faz?” E o pai tem que responder: “Ele é um empregado.” Numa situação assim embaraçosa, é normal que esse genitor justifique: “Mas ele está muito bem. É uma carreira de futuro. Trabalha numa grande empresa.” (Com sorte e se trabalhar direito, dentro de dez anos ele poderá estar ganhando bem, se não for despedido antes.)

    Quando escuto isso sinto como se o pai de um escravo no Império Romano estivesse respondendo: “Meu filho é escravo. Mas ele está muito bem. Trabalha para um rico senhor, muito conceituado.”

    E se o filho ou filha encontra um caminho melhor, instala-se em casa um clima de tragédia e tortura psicológica. Mas os pais não querem justamente o bem dos seus filhos?

    Querem. Contudo, são condicionados pelo Sistema e acham honestamente que o melhor é ser empregado.

    Primeiro paradigma: o sistema de escravagismo

    Os historiadores estimam que nos últimos 50.000 anos, desde o período pré-histórico até o final do século XIX, o escravagismo era um princípio aceito e praticado por quase todos os povos. Pode-se declarar, então, que a humanidade sempre explorou a escravatura e que a supressão dela no século XX foi um pequeno espasmo, um soluço na história laboral. Era considerada uma prática natural, pois, se não fossem os escravos, quem construiria as grandes obras e quem trabalharia nas residências? O trabalho escravo parecia ter todas as vantagens e sempre contou com o beneplácito da religião. Mesmo pessoas tidas como bondosas e inteligentes não viam nada demais em ter escravos.

    Segundo paradigma: a revolução industrial

    Num dado momento, ocorreu um arroubo de transição reforçado, em grande parte, pela revolução industrial. A maior parte das nações e quase todos os intelectuais, repentinamente, despertaram da sua letargia e declararam-se contra a escravidão. A nova onda era o emprego! O que eles não confessaram – talvez nem se tenham dado conta – é que a legião de empregados era apenas uma leve adaptação do sistema de escravagismo. Ninguém quis reconhecer que a instituição da mão de obra descartável beneficiava a todos, menos aos empregados que eram explorados para que o Sistema se mantivesse em movimento. Sem a massa anônima de empregados, as indústrias não funcionariam; o comércio entraria em colapso; e os serviços, quem os faria? Portanto, o melhor sempre foi usar um tapa-olho e enxergar só a metade que convinha à sociedade.

    Nessa ótica, os empregados são como os soldados de um exército. Os generais sabem que os soldados estão ali para ser sacrificados. Antes de uma batalha são avaliadas as expectativas de baixas: 30%, 50%, 70% – mas a batalha precisa ser ganha. Para a instituição militar, se o comandante tivesse pena de enviar seus comandados para a carnificina, estaria subvertendo o Sistema e seria, ele próprio, sacrificado.

    Na instituição do emprego é a mesma coisa. Os empregados ganham mal, são humilhados, contraem doenças laborais e vivem na corda bamba, já que a qualquer momento podem ser demitidos. E o serão, inexoravelmente. Todo empregado já esteve desempregado e sabe que o estará outras vezes. Então, por que cargas d’água nossos pais nos empurram para esse destino impiedoso? Porque toda a sociedade tem que ser condicionada, mediante uma verdadeira lavagem cerebral sistemática, a considerar que a única opção é ser empregado.

    É a mesma coisa com o militarismo. É melhor achar bonito um batalhão marchando ao som de hinos marciais, com seus uniformes e armas viris; é melhor louvar o heroísmo e condecorar os mortos. Porquanto, se questionássemos isso, o que poríamos no lugar? Como garantiríamos a soberania nacional? Como defenderíamos nossos lares?

    Assim, mandamos nossos filhos para o sacrifício do emprego, um verdadeiro holocausto, achando que é para o bem deles. Não é. É para o bem da sociedade, que se nutre das vidas dilaceradas de tantos jovens que são obrigados a humilhar-se por um salário ofensivo, em um emprego sem segurança. Mas, se não tem segurança, por que nossos pais aplicam o chavão “a segurança de um emprego”?

    É sabido que as empresas demitem. É sabido que se você for demitido com mais de trinta anos de idade será difícil conseguir outra colocação. Com mais de trinta e cinco será quase impossível. Conheço profissionais capacitados, com diversos diplomas, que ficaram desempregados por vários anos. Por que ocorre isso? Primeiro, porque o Sistema educa as pessoas para ser empregadas como ideal de vida. Os cursos técnicos e as faculdades todos os anos despejam milhões recém-formados no mercado de trabalho. Isso cria uma oferta maior que a procura, o que desvaloriza o profissional e o obriga a aceitar condições indignas. Segundo, porque um recém-formado tem mais entusiasmo, dedica-se mais, exige menos regalias e aceita um salário mais modesto. Tudo isso, porque ele é jovem, cheio de esperanças, está ali para vencer e quer tomar o lugar dos mais antigos. Como vantagem adicional, tendo sido formado mais recentemente, deve estar mais atualizado. Quem você acha que o empregador vai preferir? O veterano que tem quase dez anos de casa, está mais velho, mais acomodado, já tem família, precisa ganhar mais, exige regalias e não aceita certas tarefas nem hora extra? Quem você acha que o empregador vai preferir? Isso mesmo. Qualquer um escolheria o mais novo. A tão propalada segurança do emprego é uma balela.

    Terceiro paradigma:
    a obsolescência da relação patrão/empregado

    Em pleno século XXI, podemos afirmar sem margem de erro que o conceito de emprego e a relação patrão/empregado estão obsoletos. Ainda vão durar bastante, pois a mudança de paradigma demora muito para se processar. Contudo, hoje já existem plenas condições de sucesso para os jovens que optarem por carreiras não convencionais. Aliás, é onde se encontram as maiores e melhores oportunidades.

    Acontece que toda a sociedade está estruturada para produzir um contingente humano que constitua força de trabalho. Por isso, desde pequenos sempre escutamos: “Você tem que estudar para conseguir um bom emprego.” Tudo gira em torno disso. Emprego para o homem e casamento para a mulher. Até parece que estamos escrevendo no início do século passado! No entanto, as coisas continuam assim. É como os cadarços dos sapatos. Há mais de meio século, quando eu ainda era criança, lançaram os primeiros calçados sem cordão. Eram os sapatos de fivela. Tempos depois introduziram o elástico. Depois, o velcro. Depois, o zíper. E até hoje a maior parte dos sapatos continua usando os absurdamente unpractisch cadarços que dão trabalho para calçar, para descalçar e desamarram-se o tempo todo, fazendo crianças e adultos tropeçar e cair. Por que continuam usando uma coisa dessas, trabalhosa, sem praticidade e perigosa, ao invés de substituí-la por alguma das muitas alternativas mais modernas? A explicação é que o humanóide demora a incorporar as mudanças.

    Com a universidade é a mesma coisa. Antigamente, poucos tinham o privilégio de estudar. O diploma era cobiçado. Os tempos mudaram, não obstante, ainda hoje é assim, especialmente para aqueles que não puderam estudar na época em que ter diploma era chique. Naquela época era um diferencial. Hoje todo o mundo tem diploma. E ele não vale mais nada. Foi banalizado. Quem cursa uma faculdade “para conseguir um bom emprego” vai ficar desempregado se não fizer uma pós-graduação no exterior, mestrado, doutorado, especializações etc. Isso custa caro. Custa tempo. Anos verdes de vida, anos preciosos de início de carreira na juventude. Quando o brilhante e esforçado estudante consegue ingressar no mercado de trabalho terá perdido tanto tempo que jamais aprenderá a ganhar dinheiro, como o aprenderam aqueles que, sem diploma algum, começaram a trabalhar em tenra idade.

    Estaríamos pregando que os jovens deixassem de estudar? De forma alguma. Defendemos o direito de quem quiser estudar para ser empregado numa carreira comum, que o seja; mas, por outro lado, que respeitemos a liberdade de escolha de quem quiser seguir uma carreira nova, criativa, inusitada, que o realize e gratifique mais. Ainda que seja a de saxofonista ou a de instrutor do Método DeRose!

  • A qualidade dos nossos pensamentos

    Reclamar é um privilégio dos fracassados. O que resta saber é se reclamam porque são fracassados ou se são fracassados porque reclamam em vez de tomar uma atitude construtiva – DeRose

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    Texto do instrutor Carlo Mea – Roma

    Quem se lamenta está a alimentar as mesmas emoções e pensamentos que, quase sempre, são a origem do que se lamenta. É uma atitude mais nobre e sensata refletir sobre como mudar a sua vida para que essa situação não se repita mais.
    Quem se lamenta é quem quer evitar mudar a si próprio, mas pretende que sejam os outros ou a própria realidade a mudarem.
    O universo responde de forma muito potente e imediata aos nossos pensamentos, por isso mudando a qualidade dos nossos pensamentos já damos à realidade a possibilidade de poder transformar o tipo de experiências que vivemos.
    Quem se lamenta está a declarar a própria incapacidade de produzir pensamentos felizes graças aos quais possa, finalmente, viver experiências felizes.
    Reforçar o vitimismo e dar atenção a quem se lamenta é um dos aspectos que, infelizmente, caracteriza os tradicionais meios de comunicação, em particular os noticiários que são tão enfatizados por quem se lamenta continuamente, alimentando apenas desculpas para quem não tem aquilo que quer (para não falar dos que não sabem sequer o que querem…). Na televisão as notícias principais (em todo o mundo) giram sempre à volta da (suposta) crise, falta de emprego, precariedade dos trabalhadores, política caótica, etc. que vão ainda dar um pretexto a todos os que se queixam da sociedade como desculpa para o que não conseguiram atingir.
    Quem tem uma atitude construtiva na vida consegue arranjar um bom trabalho, boas relações humanas, boa estabilidade económica e ser feliz, em vez de continuar com a desculpa constante que tudo é mau ou impossível, como se o mundo à sua volta conspirasse para lhe tornar a vida mais difícil.
    Os lamentosos vitimistas vivem esperando e pedindo continuamente a ajuda dos outros sem fazer nunca nada para parar de ter que precisar dessa ajuda.
    Uma pessoa feliz que quer manter o seu bem estar deveria desconfiar e defender-se das pessoas que mostrem sinais de constante lamentação e que queiram relacionar-se consigo.
    Felizmente tenho o privilégio de ter o Supervisor DeRose há 10 anos ao meu lado que sempre nos ensinou que lamentar-se é falta de educação e de inteligência, só vai piorar o problema.

  • O Método DeRose

    O Método DeRose é o sistema de alta performance e qualidade de vida de maior reconhecimento mundial. Entre outras coisas, garantimos a excelência técnica dos nossos instrutores. Os profissionais que formamos recebem um certificado de extensão universitária, expedido em conjunto com uma Universidade Federal, Estadual, Católica ou Privada conveniada. Eles são avaliados e revalidados anualmente. O Método DeRose é outra coisa!

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