• Quanto tempo o tempo tem?

    Texto para reflexão da instrutora Marina Vilas Boas. Boa leitura!

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    “O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem.
    O tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto o tempo tem.”
    Dito popular

    Sabe aquele desejo de que o dia tivesse mais do que 24 horas para dar tempo de fazer tudo o que desejamos?

    Trabalhar (várias horas por dia!), comer (mais de uma vez ao dia), tomar banho, cuidar de si (da pele, do cabelo, dos dentes, da mente, etc), cuidar do filho, estar com a família, praticar esportes, estudar, ler (ah, ler… ler muito, ler bons livros!), escrever, meditar, dormir. Bem, claro, ir ao cinema e ao teatro, à casa dos amigos, à praia, a festas, concertos… e muito, mas muito mais!

    Pois o milagre da multiplicação das horas, ou pelo menos do sentimento de vitória pessoal de fazer caber tudo aquilo a que você se propôs para o dia, para a semana e para o ano é possível sim. Mas é preciso atitude, eficiência, produtividade, consciência. Sem tempo perdido por “enrolação”, ou por erros desnecessários.

    A engambelação, aquilo de ficar ali enrolando, fingindo que está fazendo, mas na verdade não está, costuma estar presente quando uma pessoa não gosta daquilo que faz. Sem tesão, não dá!

    Pense bem, quando alguém está empolgado com algo, quando gosta muito do que faz, coloca atitude, intenção, sentimento e a tarefa não só é feita em menos tempo, como resulta em melhor qualidade.

    Já quando falta este sentimento, às vezes, por simples baixa ou ausência de identificação com o tema, há maior tendência a que a pessoa fique “matando tempo”, fazendo nada, olhando pro vento, navegando na internet, ou fazendo o que quer que seja como desculpas para não avançar de fato na tarefa pendente.

    Identificamos assim, a essência da produtividade (e da consequente sensação de multiplicação das horas): a intenção, o sentimento naquilo que fazemos.

    Com mais uma pitada de autoconhecimento e um punhado de autossuperação, completamos os ingredientes básicos necessários para a alquimia da alta performance e da qualidade de vida.

    Este segundo ingrediente da lista para a produtividade, o autoconhecimento, é indispensável justamente para que a pessoa identifique, o mais rapidamente possível, que está e porque é que está faltando o entusiasmo de seguir em frente com algo.

    Incrivelmente, ocorre que às vezes, passam-se meses ou até mesmo anos até que o sujeito se dê conta do fato de que não gosta daquilo que faz, como se deixasse a vida seguir no piloto automático, fazendo o que não gosta, sem ânimo, com baixa produtividade e, não raro, consequentes reclamações de tudo e de todos.

    Conhecendo-se melhor é possível ao indivíduo perceber que não está plenamente feliz com algum aspecto da vida e descobrir do que realmente gosta. Vale a pena o relacionamento? E, então, o que poderia fazer pra melhorar? Quer trabalhar com o que? O que é realmente importante para ela? Onde quer morar? Quer ter filho ou não? Quer casar com o fulano? Vai usar o dinheiro pra comprar uma casa ou vai investir em outra coisa?

    As decisões quando vão sendo tomadas ao longo da existência, se feitas sem consciência e sem autoconhecimento podem ir levando a pessoa para um caminho de indiferença com a vida, do fazer por fazer, trabalhar por trabalhar, namorar por namorar, viver para sobreviver. Essas pessoas acabam por ir cultivando a reclamação e a insatisfação como modus operandi, como padrão normal do cotidiano e vão colhendo prejuízos emocionais e de saúde até que um dia, com o acúmulo de tudo isso, acabam por sofrer algum trauma de uma doença grave.

    Nesses casos, apenas após o trauma, seja por uma doença grave ou ainda pela perda inesperada de alguém é que a pessoa dá-se conta, como se fosse acordada por um despertador. Mas poderia ter sido absolutamente desnecessário passar por esse trauma e plenamente possível evoluir pelo caminho diametralmente oposto, o do prazer.

    A outra via, a do prazer, consiste em fazer as escolhas com consciência (baseada no autoconhecimento) e aproveitar cada passo dado com a alegria e o gozo de quem sabe o que quer e busca sempre o melhor para si. E segue numa determinada direção, porque assim o deseja, e não porque foi mandado.

    O sentimento do aprendizado crescente recompensa o aprendiz com a satisfação do vencedor. Não o vencedor sobre outrem, mas vencedor com relação a si mesmo, resultante da autossuperação.

    Temos aí, na busca incessante da evolução, o terceiro ingrediente, imprescindível para a alta produtividade. Desejar melhorar é o primeiro passo, mas a autossuperação depende de que a atitude nesse sentido seja de fato tomada. Disciplina, consistência e persistência, formam o conjunto de qualidades reunidas do desejo do desenvolvimento de si mesmo.

    O bom é que como, no nosso caso, a disciplina está aliada a uma vontade verdadeira que precedeu a atitude, tudo é feito com alegria e contentamento (e não como um martírio).

    Marina Vilas Boas

  • As dispersões no mundo pós-moderno

    Texto muito interessante da Instrutora Sabrina Moehlecke, da Escola Copacabana.

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    “Rámakrishna comparava a mente humana com um irriquieto macaco, que tivesse tomado álcool, tivesse sido picado por um escorpião e, ainda por cima, se lhe tivesse ateado fogo ao pelo! Isso somos nós…” DeRose

    Por quanto tempo você consegue ficar concentrado em uma determinada atividade que realiza? Já passou pela situação em que começou a ler um livro e, sem que percebesse, alguns minutos depois já divagava sobre outros assuntos, perdido nos seus próprios pensamentos? Ou então foi assistir a uma aula ou palestra em que, depois de um tempo, sua mente começou a viajar e você se esqueceu até do que acontecia à sua volta? Ou ainda começou a conversar com alguém, mas estava tão preocupado com outro assunto que depois nem se recordava direito do que falaram?

    Por que isso ocorre? Por que é tão fácil nos perdermos em devaneios? É claro que a aula, a conversa ou o livro que você escolheu para ler podem ser realmente desinteressantes. Contudo, alguns argumentam que isso é também um sinal dos nossos tempos modernos, ou melhor, pós-modernos, cada vez mais velozes, vertiginosos, onde o que é novo num dia já está obsoleto no dia seguinte. Já outros afirmam que, em maior ou menor grau, o ser humano sempre teve como desafio focar sua mente em uma única atividade, objeto, pessoa. Fenômeno recente ou não, o ponto central é que a mente humana tende à dispersão, busca novidades, distrações.

    Um modo interessante de observar essa natureza humana é por meio dos contos e lendas presentes em quase todas as culturas, por mais diversas que sejam. Podem variar os personagens, os exemplos, o contexto, mas há um núcleo, uma estrutura básica nas histórias por meio da qual diversos antropólogos, como Claude Levi-Strauss, conseguiram identificar grandes questões comuns aos vários povos que habitam ou já habitaram nosso planeta. Recorro a uma dessas lendas e à sua simbologia arquetípica para refletir um pouco sobre nossa tendência à dispersão. Trata-se da lenda afro-americana Manawee, resgatada pela psicóloga junguiana Clarissa Pinkola Estés (1994), que começa assim…

    Era uma vez um homem que foi cortejar duas irmãs gêmeas. Contudo, seu pai dizia que só poderia se casar com elas se conseguisse adivinhar seus nomes. Manawee tentava, mas não conseguia adivinhar os nomes das jovens. O pai das moças abanava a cabeça e mandava-o embora todas as vezes.
    Um dia Manawee levou seu cachorro junto a uma das visitas de adivinhação e este percebeu que uma irmã era mais bonita que a outra e que a outra era mais delicada do que a primeira. Também naquele dia Manawee não conseguiu adivinhar os nomes das irmãs, mas o cachorro voltou à casa das jovens, enfiou a orelha por baixo da porta e ouviu as moças se chamarem pelos nomes. Descoberto o segredo, voltou correndo para passar a informação a seu dono.
    No meio do caminho, porém, sentiu chegar do meio do mato um forte aroma de noz-moscada fresca. Não havia nada que adorasse mais do que noz-moscada. Por isso, se desviou um pouco do caminho e degustou a bela torta que estava em cima de uma tora. De repente, se lembrou de sua tarefa, mas infelizmente já havia esquecido os nomes das moças.

    Voltou então à casa das gêmeas. Mais uma vez ele ouviu seus nomes. Deu pulos de alegria e voltou correndo pelo caminho em direção à casa de Manawee quando encontrou vários outros cachorros se divertindo e tomando banho em um lago próximo. O cachorrinho não resistiu e foi juntar-se a eles. Passado um tempo, resolveu voltar para casa. Tentou pensar nos nomes das moças, mas ele os havia esquecido de novo.

    O cão tornou a voltar correndo para a casa das jovens e dessa vez as irmãs estavam se preparando para casar. “Ah, não!”, pensou, “quase não tenho mais tempo.” E, quando as irmãs se chamaram pelo nome, ele guardou os nomes na mente e saiu em disparada, com a determinação resoluta de que nada mais iria impedi-lo. O cãozinho vislumbrou um grande osso deixado perto do caminho, mas ignorou. Pareceu sentir o aroma de noz-moscada no ar, mas continuou correndo na direção do seu dono. No entanto, ele não contava com a possibilidade de encontrar com um homem estranho no meio do mato que de repente saltou à sua frente, agarrou-o pelo pescoço e o sacodiu a ponto de seu rabo quase cair.

    – Diga-me o nome das moças para que eu possa conquistá-las! – gritava o estranho o tempo todo. O cachorro achou que ia desmaiar, mas lutou com bravura. Ele rosnou, arranhou, esperneou e, finalmente, mordeu o estranho. Então o estranho fugiu pelo mato e o cachorrinho prossegiu, meio mancando, até encontrar sua casa. Aproximou-se de Manawee, claudicante, mas feliz da vida e lhe contou toda a história e o nome das moças. Manawee correu até a casa das moças com o cachorrinho nos ombros. Quando chegou até o pai com os nomes das filhas, as gêmeas receberam Manawee completamente vestidas e prontas para casarem com ele. Elas haviam estado à sua espera o tempo todo.

    O interessante do uso de contos como formas de transmissão do conhecimento, geralmente por meio da oralidade, é a facilidade com que podem ser difundidos e a liberdade de interpretações que se pode fazer deles. No caso da lenda de Manawee, esta nos remete a culturas e sociedades que valorizam não apenas uma forte relação com a natureza, mas também as dimensões mais instintivas e intuitivas do ser humano, que podem ser acessadas em determinadas situações de nossas vidas. É um conhecimento que todos têm em potencial dentro de si e que pode ser desenvolvido se utilizadas as técnicas corretas.

    Em termos arquetípicos, a figura do cachorro simboliza o caráter mais intuitivo do indivíduo, ou seja, uma forma de conhecimento que não passa pelo intelecto. O personagem de Manawee, racionalmente, busca adivinhar o nome das irmãs e falha. Se continuasse tentando, talvez até conseguisse adivinhar corretamente os nomes por esta via. Por outro lado, ao buscar acessar essa informação por meio da intuição, a resposta lhe vem de modo mais imediato. No entanto, ainda é preciso vencer as distrações e dispersões que aparecem ao longo do caminho.

    Na lenda de Manawee, o cachorro tem dificuldade em transmitir o nome das irmãs para seu dono. Ele consegue acessar esse conhecimento, mas ainda precisa vencer alguns obstáculos para conseguir guardar essa informação por mais tempo até que esta possa ser repassada. Primeiramente, é seduzido pelos sentidos do olfato e do paladar, com uma deliciosa torta. Em seguida, se distrai em meio ao prazer de brincar com outros cães. As mais diversas dispersões facilmente lhe desviam da sua meta.

    Contudo, a história também mostra como transpor esses obstáculos e acessar o conhecimento por via da intuição. É por meio da disciplina, persistência, coragem e autossuperação que o cachorro consegue transmitir as informações às quais tem acesso. As distrações continuam a aparecer no seu percurso, mas cada vez ele consegue vencê-las com mais facilidade. Até que, ao enfrentar seu último obstáculo, que testa sua coragem e sua capacidade de superar-se, ele alcança seu objetivo. Não é por acaso que a lenda termina com a cena de um casamento, de uma união, integração, pois este é o objetivo final de todo esse processo: ultrapassar uma visão fragmentada e incompleta, para atingir uma consciência mais ampliada de si, do mundo e do que se quer como propósito de vida.

    Sabrina Moehlecke

  • Dia da bandeira

    A bandeira do Brasil foi instituída a 19 de novembro de 1889, ou seja, 4 dias depois da Proclamação da República. É o resultado de uma adaptação na tradicional Bandeira do Império Brasileiro. Neste contexto, em vez do escudo Imperial português dentro do losango amarelo, foi adicionado o círculo azul com estrelas na cor branca.

    As quatro cores da Bandeira Nacional representam simbolicamente as famílias reais de que descende D.Pedro . Com o passar do tempo esta informação foi sendo substituída por uma adaptação feita pelo povo brasileiro. Dentro deste contexto, o verde passou a representar as matas, o amarelo as riquezas do Brasil, o azul o seu céu e o branco a paz que deve reinar no Brasil.

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    Hino à Bandeira Nacional
    Olavo Bilac e Francisco Braga

    Salve lindo pendão da esperança!
    Salve símbolo augusto da paz!
    Tua nobre presença à lembrança
    A grandeza da Pátria nos traz.

    Recebe o afeto que se encerra
    em nosso peito juvenil,
    Querido símbolo da terra,
    Da amada terra do Brasil!

    Em teu seio formoso retratas
    Este céu de puríssimo azul,
    A verdura sem par destas matas,
    E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

    Recebe o afeto que se encerra
    Em nosso peito juvenil,
    Querido símbolo da terra,
    Da amada terra do Brasil!

    Contemplando o teu vulto sagrado,
    Compreendemos o nosso dever,
    E o Brasil por seus filhos amado,
    poderoso e feliz há de ser!

    Recebe o afeto que se encerra
    Em nosso peito juvenil,
    Querido símbolo da terra,
    Da amada terra do Brasil!

    Sobre a imensa Nação Brasileira,
    Nos momentos de festa ou de dor,
    Paira sempre, sagrada bandeira
    Pavilhão da justiça e do amor!

    Recebe o afeto que se encerra
    Em nosso peito juvenil,
    Querido símbolo da terra,
    Da amada terra do Brasil!

  • Vamos criatura!

    “Você já parou para pensar que suas ações são meros reflexos de um condicionamento social que o escraviza a um comportamento estereotipado, comportamento de rebanho que caminha para o matadouro, infeliz, mas resignado?
    Já meditou no fato de que você não usa o seu livre arbítrio nem um pouco e que você pensa, fala, sente e age de acordo com aquilo que os outros esperam de você?” DeRose

    Conheça o texto na íntegra!

    Rock climber rappelling.

    “Você já achou o sentido da sua vida?
    A vida é dinamismo, é movimento e não estagnação”
    DeRose

  • O espaço vital

    Tradução de um precioso texto da Professora Yael Bacersat, Diretora da Sede Decana do Método DeROSE.

    Nature explorer

    Muitas vezes essa expressão é utilizada para se referir o espaço que envolve uma pessoa e dentro do qual os demais são considerados intrusos, exceto por algumas concessões especiais que fazem ao parceiro afetivo ou a outros seres a quem se concede a graça da proximidade corporal. Em geral, quanto mais refinada a pessoa, maior é o espaço vazio de que precisa ao seu redor para se sentir bem. De todas as formas, isto varia de uma cultura para outra.
    Expandir o espaço vital, não no sentido de se alienar do entorno de si, pelo contrário, de ter consciência do que está além de nosso limitado contexto, constitui uma capacidade pouco comum, que permite a quem a desenvolve ampliar também o seu campo de percepção, portanto, sua consciência.

    Levar a atenção à borda do mundo pessoal é ampliar os confins desse universo e incluir nele os seres que transitam por fora. Poderia se pensar que seria dispersão tirar a atenção de sua própria órbita; não obstante, o resultado é o oposto: prestar atenção, cuidar do aparentemente alheio, tem como resultado um aprendizado valioso, o da generosidade.

    Essa virtude tende a se exacerbar naquelas que tem o hábito de prestar atenção ao que ocorre além do seu pequeno círculo. Por outro lado, a habilidade de lidar com maior quantidade de informação proveniente do entorno tem o efeito de minimizar a inquietude perante às dificuldades pessoais. Os obstáculos se tornam relativos, já que sua natureza muda segundo o ângulo a partir do qual se observa; como as rochas, que podem ser usadas como arma ou como cimento de uma casa.

    Esse aprendizado só se obtém da experiência de se observar a partir de fora, de apreciar o mundo interno com outros olhos, com a visão clara de quem consegue transitar pela borda, e não se deixar sempre no centro.

    Yael Bacersat

  • Sem limites

    Texto sensacional do Instrutor Antonio Prates, formado pela Escola Copacabana e hoje Diretor da Escola Itu do Método DeROSE. Confira mais no site deles!

    Metodo-DeRose-Itu-Sem-Limites

    “Nunca se afaste dos seus sonhos, pois se eles se forem, você continuará vivendo, mas terá deixado de existir.” Charles Chaplin

    #limite Algumas fraquezas do comportamento humano parecem nos assombrar desde os primórdios da civilização, impedindo que a maior parte da população faça algo de relevante em suas vidas e desenvolva plenamente sua personalidade.

    Qual é a característica humana mais forte e antiga? Medo ou preguiça?

    O medo e a preguiça, juntos, constituem um poderoso freio da realização pessoal, que pode destruir todas as possibilidades de conquista de um objetivo maior. São barreiras invisíveis que impedem o ser humano comum de explorar o seu máximo potencial.

    #destino Existe um mito que contamina as mentes mais fracas, de que o surgimento de um fora-de-série é fruto do talento inato. Estas acreditam que a genialidade ou a grandeza já nasce pronta e o agraciado com o dom apenas cumpre com uma espécie de missão divina, apresentando sua benção aos demais reles mortais, sem investir trabalho.

    Mesmo que a aptidão possa ter algum fator genético, estudos apontam que, antes de mais nada, ela é contextual. Para tornar-se um ás em qualquer coisa, é preciso muita dedicação a tal atividade. Ao menos dez mil horas de prática, para ser mais exato, segundo o livro Outliers: The Story of Success, de Malcolm Gladwell.

    #disciplina Tudo fica mais fácil, se fazemos aquilo que gostamos de fazer. Mesmo assim, se estamos nos autossuperando, competindo de alguma forma ou quebrando paradigmas, abrindo a tampa da caixola, em algum ponto do percurso as dificuldades vão emergir. Pressões internas e externas criarão resistência à evolução.

    Para seguir adiante, não entre em pânico: cultive determinação, perseverança, pertinácia, tenacidade, pensamento contínuo, ideia fixa, obstinação etc. Lembre-se de que o nosso “músculo” mais poderoso é a força de vontade.

    #poder Quando se encontram condições desfavoráveis para atingir uma meta, muitos vão utilizar-se dos contratempos como desculpa e desistirão. Mas também é possível trabalhar no sentido de mudar as condições e construir a sua realidade, com uma mente mais otimista e estratégia.

    A mentalização é uma ferramenta ensinada no Método DeROSE, que pode levar o indivíduo a resultados surpreendentes. Muitos atletas de alto rendimento já descobriram esse recurso e vêm utilizando-o para alcançar novos recordes.

    Em uma visão simplificada, o princípio consiste da seguinte regra: tudo o que for realizar em sua vida deve ser antecedido por uma visualização positiva do resultado que deseja obter. A ciência pode ainda não explicar o mecanismo, mas esta técnica funciona!

    Portanto, solte a imaginação, confie em si mesmo, dedique-se de corpo e alma e não haverá praticamente nada no universo que possa impedir você de realizar os seus sonhos.

    Antonio Prates
    Empresário, nascido no Rio de Janeiro e diretor da Escola Itu do Método DeROSE.