• Alta Performance

    “Agir, eis a inteligência verdadeira.
    Serei o que quiser.
    Mas tenho que querer o que for.
    O êxito está em ter êxito,
    e não em ter condições de êxito.
    Condições de palácio tem qualquer terra larga,
    mas onde estará o palácio se não o fizerem ali?”
    Fernando Pessoa

    Sim, nosso assunto de hoje, alta performance, traz a reflexão sobre o fazer, sobre estar em aprimoramento e evolução sempre, todos os dias e em tudo o que fazemos!

    O treinamento de alta performance do DeROSE Method se destina a qualquer pessoa que queira aumentar seus resultados em qualquer área da sua vida e, como consequência, contribuir ativamente para que mais pessoas também aumentem as suas conquistas.

    Deixamos aqui duas propostas para que pense o que é alta performance para você e a partir de hoje já a tenha mais presente em seu dia a dia:

    Uma excelente estratégia para colocar os desafios em prática no dia a dia é eleger uma atividade que você deseja adquirir ou aprimorar, e quer ter em sua rotina para conquistar. Escolher uma habilidade específica a ser adquirida. Se for algo a ser aprendido com o decorrer do tempo, você precisa verdadeiramente desejar dominar tal técnica, caso contrário irá desistir. Arrisque.

    Um despretensioso exercício de desenvolvimento de aptidões. Consiste em adestrar a mão esquerda e a direita de forma similar, executando todas as tarefas, tais como comer, escrever etc., nos dias ímpares, com uma e nos dias pares, com a outra. Recentemente descobriu-se que esse simples treinamento consistia numa poderosa estimulação neurológica dos hemisférios cerebrais. Experimente.

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  • Respiração – por Bruno Sousa

    A dura verdade é: você não sabe respirar direito e, pior, já respirou melhor, mas esqueceu o jeito. O bom é que dá pra aprender tudo de novo, é possível se reeducar para passar a explorar melhorar a capacidade respiratória e aumentá-la progressivamente.
    E isso não é coisa de mergulhador: a respiração tem um efeito direto e imediato sobre seu corpo físico, seus níveis de energia e seus estados emocionais e mentais.
    Esse poder de nos influenciar deriva de um fato básico, mas do qual não nos damos conta: nosso principal combustível é o oxigênio. Em situações extremas, podemos passar algumas semanas sem alimento e alguns dias sem água – mas na falta de oxigênio, só duramos poucos minutos.
    Observe sua respiração neste exato instante. Qual parte do seu tronco se movimenta? Muito provavelmente, só o seu peito se mexe. Fomos ensinados a fazer isso. Barriga para dentro, peito estufado. Isso é ótimo quando se tem 15 anos e quer mostrar como seu tórax é gigante e poderoso, mas só faz com que você respire pouco melhor que o Darth Vader.
    Agora, procure um bebê e observe-o respirando: o abdômen se projeta para frente e volta. Com isso, uma quantidade muito maior de ar é levada para dentro do corpo. Em outras palavras: nascemos respirando bem, e desaprendemos com o tempo.
    A respiração completa é composta por três partes. Siga o roteiro abaixo para executá-la. A inspiração e expiração são sempre silenciosas e pelas narinas.

    Respiração abdominal
    Treine primeiro a respiração abdominal, ou baixa.
    Sentado ou deitado, apoie uma mão no abdômen e outra um pouco abaixo do coração. Inspire profundamente, procurando projetar o abdômen para frente, sem movimentar as costelas. Quando soltar o ar pelas narinas, o abdômen volta à sua posição inicial.
    Faça alguns ciclos assim: ar para dentro, barriga para fora; ar para fora; barriga para dentro. Essa é a parte mais profunda das três, e responde por boa parcela da sua capacidade respiratória.

    Respiração intercostal
    Passe agora à respiração intercostal, ou média. Apoie as mãos nas costelas, com a ponta dos dedos médios se tocando quando estiver com os pulmões vazios. Inspire, afastando as costelas lateralmente, fazendo com que os dedos se afastem.
    Quando soltar o ar, os dedos se tocam novamente. Repita por alguns ciclos, evitando que o abdômen e o alto do tórax se movimentem.

    Respiração torácica
    Treine então a respiração torácica, ou alta. Mantenha uma mão na região do coração e a outra no alto do peito. Inspire procurando movimentar o peito para o alto e para frente, sem movimentar a região abdominal e a região intercostal.
    Esta respiração é mais curta, e talvez seja mais difícil isolar o movimento. Faça alguns ciclos treinando essa região.
    Por fim, junte os movimentos para realizar a respiração completa.
    Em uma só inspiração, você vai projetar o abdômen para frente primeiro, as costelas para o lado na sequência e o peito para o alto e para frente no fim, nessa ordem. Quando expirar, inverta o sentido: esvazie primeiro a parte alta, depois a parte média e por fim a parte baixa. Repita por algumas vezes, para acostumar-se com o movimento.
    Pronto. Esta é a mecânica básica.
    Metrô, banho, correndo, contemplando uma experiência… A ideia é que, com o tempo, a respiração completa se torne o seu padrão, que a faça de maneira automática. Como aviso, especialmente no começo, tome cuidado ao inspirar grandes quantidades de ar quando estiver em pé. É comum sentir uma leve tontura quando absorvemos mais oxigênio do que estamos acostumados.
    Com esse tipo de respiração, utilizamos todo o volume dos pulmões para captar ar e deixamos de nos restringir à parte alta do tórax. Agora começa o verdadeiro desafio: procure respirar dessa forma a maior quantidade de tempo que puder. Sempre que se lembrar de respirar, faça a respiração completa.
    Reaprender a respirar é ter de volta uma autonomia que só se tinha quando criança, uma potência juvenil em corpo de gente grande.

  • O que é a tribo clean?

    Conheça um pouco mais sobre esta forma de viver, no texto abaixo, extraído do livro Método de boas maneiras, do Escritor DeRose.
    “Tribo clean” é a expressão que me parece mais adequada para designar um segmento de público de todas as idades, mas especialmente jovem, que adota um modo de vida leve, descontraído, espontâneo, saudável, que aprecia manter seu corpo desintoxicado e a natureza preservada. Trata-se de pessoas que amam os animais, que são da paz e são do bem, pessoas que gostam de cultivar a qualidade de vida.
    Essa é a nossa maneira de propor um mundo justo e perfeito.

     

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    Qualidade de vida
    Qualidade de vida é tornar sua existência descomplicada, é fazer o que lhe dá prazer, com alegria, saúde e bem-estar, com boa alimentação, boa forma e boa cabeça.
    Qualidade de vida é relacionar-se de maneira descontraída, ética e responsável com o meio sócio-cultural, procurando compartilhar e interagir, agregando sempre generosidade, elegância, respeito e carinho às nossas relações humanas mediante a adoção de um conjunto de valores que incluem boa cultura,  boa civilidade e boa educação.
    Qualidade de vida é adotar uma visão de mundo que nos motive a buscar o desenvolvimento e o aprimoramento contínuo, conquistando a nossa excelência através do estudo, dos ideais e do autoconhecimento.
    Qualidade de vida é manter um padrão de gastos dois degraus abaixo do que você ganhar. É residir próximo ao trabalho. É alimentar-se com frugalidade. É conseguir extrair satisfação de todas as coisas. É esbanjar seu tempo dando atenção aos amigos e aos conhecidos. É dar flores à pessoa amada. É não se deixar abalar pelos percalços da vida. É amar com franqueza e perdoar com sinceridade.
    Estes são os nossos valores.
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  • Os jogos olímpicos e o Método DeRose

    Já convivemos dia a dia, no movimentar e pensar a Cidade Maravilhosa neste 2016, com a chegada do ano das Olimpíadas no Brasil. Não é para menos: há mais de 3 mil anos os gregos inventaram os Jogos Olímpicos e, desde então, muitas histórias foram criadas e oriundas dos eventos esportivos mais importantes do mundo.

    Se na antiguidade os gregos queriam exibir suas habilidades e agradar aos moradores do Olimpo, monte onde habitavam as antigas divindades gregas, na era moderna o ideal Olímpico foi restaurado para promover a amizade entre os povos.

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    Como herdeiros de tradições culturais tão e mais antigas que as Olimpíadas, nós do Método DeRose dialogamos com este cenário: vivenciamos na história da nossa instituição laços de amizades feitos entre praticantes do mundo todo, buscamos o auto aprimoramento e a excelência técnica bem familiares aos desportistas e estamos cada vez mais presentes no cenário esportivo, pois podemos oferecer ferramentas poderosas como complemento e deferencial no treinamento de atletas de todas as modalidades!

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    Com a proposta de promover o máximo potencial do atleta aliado à qualidade de vida e a um treinamento específico, o Método DeRose vem angariando esportistas que buscam a prática da alta performance. Nomes como o do campeão de UFC, Lyoto Machida; o campeão de Jiu-Jitsu, Antônio Antonioli; o nadador olímpico, Henrique Rodrigues; a campeã brasileira de esgrima na categoria florete, Taís Rochel; e tantos outros, estão entre os que incorporaram as técnicas preconizada pela instituição e destacam ganhos de administração das emoções e concentração.

    Como ilustração, temos aqui o depoimento de Jeff Campacci, atleta de motocross FMX que desenvolve e potencializa seu desempenho desportivo através do Método DeRose:

    Neste ano de Olimpíadas te convidamos a vivenciar na pele o ganho de alta performance, a ser o atleta vencedor de suas atividades cotidianas, a fazer a diferença em todos os âmbitos pelos quais constrói a sua vida.

  • Dia da natação, Michael Phelps e o Poder do hábito

    Hoje, dia 8/4, comemoramos o dia da natação, um dos mais praticados no Brasil. Está em quarto lugar, ficando apenas atrás do futebol, vôlei e tênis de mesa. A prática da natação é quase tão antiga quanto o próprio homem, que aprendeu a se sustentar na água por mero instinto de sobrevivência. Mas embora os índios já nadassem nas terras brasileiras, como esporte oficial a natação só foi introduzida no Brasil no ano de 1897.

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    Para comemorar este dia, vamos a um trecho do livro “O poder do hábito”, do jornalista Charles Duhigg. Como Michael Phelps, o grande campeão olímpico de natação, preparava-se para lidar com situações inesperadas durante as provas, e como suas vitórias iniciavam antes de cada competição:

    “… eram 9h56 – quatro minutos antes do início da prova – e Phelps estava de pé atrás de seu bloco de largada dando pulinhos nas pontas dos pés. Quando o locutor disse seu nome, Phelps subiu no bloco, como sempre fazia antes de uma prova, e depois desceu, como sempre fazia. Balançou os braços três vezes, como fizera antes de cada prova desde que tinha 12 anos. Subiu no bloco de novo, assumiu sua postura e, ao ouvir o disparo da pistola, pulou. Phelps percebeu que havia algo errado assim que caiu na água. Havia umidade dentro de seus óculos. Nâo sabia dizer se o vazamento era em cima ou embaixo, mas enquanto rompia a superfície da água e começava a nadar, ele torceu para que a infiltração não piorasse muito.

    Já na segunda virada, no entanto, tudo estava ficando embaçado. Quando ele se aproximou da terceira virada e da volta final, seus óculos estavam totalmente cheios. Phelps não conseguia enxergar nada. Não via a linha no fundo da piscina, não via o “T” preto assinalando a parede que se aproximava. Não via quantas braçadas restavam. Para a maior parte dos nadadores, perder a visão no meio de uma final de Olimpíada seria motivo de pânico. Phleps estava calmo.

    Todo o resto, naquele dia, acontecera de acordo com o plano. A infiltração nos óculos era um desvio pequeno, MAS PARA O QUAL ELE ESTAVA PREPARADO. Seu técnico uma vez fizera Phelps nadar numa pisicna do Michigan NO ESCURO, pois achava que ele precisava ESTAR PRONTO PARA QUALQUER SURPRESA. Algumas das fitas de vídeo na mente de Phelps incluíam problemas como aquele. Ele já tinha ensaiado mentalmente COMO REAGIRIA a um defeito nos óculos. Quando começou a última volta, Phelps estimou quantas braçadas a reta final exigiria – 19 ou 20, talvez 21 – e começou a contar. Sentiu-se completamente relaxado enquanto nadava com força total. Na metade da volta ele começou a aumentar seu esforço, uma erupção final que se tornada uma de suas técnicas principais para superar os adversários. Após 18 braçadas, ele começou a prever a parede. Ouvia a multidão berrando, mas já que estava cego, não fazia ideia se estavam torcendo para ele ou para outra pessoa. Dezenove braçadas,depois vinte. Parecia que ele precisava de uma. Era isso que dizia a fita de vídeo em sua cabeça. Ele deu uma vigésima primeira braçada enorme, deslizou com os braços e encostou na parede. O timing tinha sido perfeito. Quando tirou os óculos e olhou para o placar, estava escrito “recorde mundial” ao lado do seu nome. Ele ganhara outra medalha de ouro.

    Depois da prova, um reporter perguntou qual fora a sensação de nadar cego. “Foi como eu imaginei que fosse”, disse Phelps. Foi uma vitória a mais numa vida cheia de pequenas vitórias.

  • Método DeRose para atletas e desportistas

    No dia 10 de fevereiro comemorou-se o dia do Atleta Profissional e hoje, 19/2, o dia do Esporte! Parabenizamos a todos os desportistas, grandes exemplos de auto superação! Homenageamos em especial àqueles que adotaram o Método DeRose para ainda melhor performance, e que hoje fazem parte da nossa família!

    Nomes como o campeão de UFC, Lyoto Machida; o campeão de Jiu-Jitsu, Antônio Antonioli; o nadador olímpico, Henrique Rodrigues, estão entre os que incorporaram nossa metodologia e destacam ganhos no rendimento e na concentração.

    Two Track and Field Athletes before the Race Start

    Texto extraído do site SportsMag:

    Com a proposta de promover o máximo potencial do atleta aliado à qualidade de vida e a um treinamento não recorrente, o Método DeRose vem angariando esportistas que buscam a prática de alta performance.
    As aulas de alta performance objetivam emergir nos praticantes a resistência emocional como diferencial, o uso da mente para suas conquistas, o aprimoramento físico para ampliar a resistência eo despertar de uma atitude de vencedor.
    Aliadas a essa ferramenta, o Método DeRose também disponibiliza outras técnicas que ajudarão o atleta a atingir tais objetivos, como a reeducação respiratória, a administração do estresse, os procedimentos orgânicos que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, bem como os exercícios para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental.
    Por meio do treinamento respiratório busca promover nos praticantes a administração das emoções e a ampliação da capacidade pulmonar. Já ao desenvolver o treinamento físico, estimula a força e a flexibilidade, o dinamismo e a vitalidade, além da consciência corporal. Por meio de exercícios de descontração, promove a descontração muscular profunda e a reprogramação emocional. No tocante as práticas de concentração, a ideia é desenvolver o foco, despertar as intuições e emergir a atitude interna de um campeão.
    Entre os atletas que praticam a alta performance com o Método DeRose estão o campeão de UFC, Lyoto Machida; o campeão brasileiro, pan americano e europeu de Jiu-Jitsu, Antônio Antonioli; o nadador olímpico, Henrique Rodrigues; lutador de boxe, jiu-jitsu e MMA, Israel Silva; e o surfista havaiano de ondas gigantes, Jamie Sterling.
    “Percebo ganhos com autocontrole e concentração, indispensáveis para alcançar bons resultados”, declara Henrique Rodrigues. Enquanto Antônio Antonioli destaca que não se imagina trabalhando sem aplicar as técnicas e os conceitos do Método DeRose.