• Os Graus Evolutivos

    A Escala Evolutiva do DeROSE Method é o caminho que o aluno traça quando pretende aprimorar-se técnica e conceitualmente, avançando nos estudos teóricos e ampliando seu envolvimento com a Nossa Cultura.

    Cada grau tem determinados pré requisitos e, como trabalhamos com reeducação comportamental, alcançar cada um deles deve se dar de forma orgânica. A base para a ascensão a cada patamar é conceitual, e pode incluir leituras, avaliações teóricas, avaliações técnicas, apresentações de coreografia etc, que são ferramentas para possibilitar seu aprofundamento.

    Desta forma, assim como nas artes marciais, nosso sistema propõe uma evolução metabolizável, com diferentes graus, dispostos hierarquicamente e aplicada por todas as Escolas da Rede. Cada grau corresponde a uma cor, sendo que quando o candidato entra numa escola, seu grau é de Aspirante e corresponde a fase de Iniciantes com função preparatória.

    Nas palavras do Professor Joris Marengo, que está na Rede há quase 40 anos, “essa organização auxilia, sobremaneira, as relações entre os alunos Instrutores, Diretores, Mestres e Presidentes de Federações, pois organiza os universos de conhecimento, pré-requisitos, atitudes, hierarquia, ética, disciplina, avaliações e bibliografia indicada para cada grau.

    A Escala Evolutiva permite ao praticante divisar facilmente seu percurso evolutivo, desde o primeiro contato com o DeROSE Method, quando é apenas um aspirante, passando por vários graus como praticante e, se desejar, tornar-se Instrutor. Possibilita encontrar, rapidamente, a posição do aluno em cada momento e tudo o que está ao seu alcance num futuro imediato, bem como em um futuro mais distante, de forma muito motivadora. Graças a ela, o estudante consegue avaliar como está o seu progresso.”

  • Baião de dois com queijo coalho

    Receita da Prof. Ro de Castro.

     

    Ingredientes:

    – feijão de corda – 500 g;
    – água para cozinhar o feijão – 2 litros;
    – tomates – 2 unidades;
    – pimentão verde pequeno – 1 unidade;
    – coentro fresco – 1/2 maço;
    – cebola – 1 unidade;
    – colorau – 2 colheres (sopa);
    – cominho em semente – 1 colher (sopa);
    – óleo – 2 colheres (sopa);
    – alho picado – 2 dentes;
    – manteiga de garrafa – 2 colheres (sopa);
    – arroz – 2 xícaras;
    – queijo coalho – 600 g;
    – cebolinha – 1 maço;
    – abobrinha – 1 Kg;
    – sal – a gosto.

     
    Modo de fazer:

    Deixe o feijão de molho durante a noite e cozinhe com a quantidade de água estabelecida acima.

    Bata no liquidificador os tomates, o pimentão, o coentro, a cebola, o cominho e o colorau.

    Numa panela esquente o óleo e refogue o alho picado até dourar. Acrescente a manteiga de garrafa ou ghee, e refogue os ingredientes batidos no liquidificador por 5 minutos.

    Junte o arroz lavado e escorrido, mexa de vez em quando com uma colher de pau.

    Em seguida junte o queijo coalho cortado em cubos.

    Quando o arroz estiver cozido e, com fogo apagado, adicione a abobrinha picada.

    Tampe a panela e deixe descansar por 10 minutos. O baião de dois fica na consistência de risoto cremoso.

     

  • Sede Histórica Copacabana

    Um lugar especial para uma experiência singular: esta semana nossa Escola completará 46 anos!

    Inaugurada pelo próprio Sistematizador DeRose em Copacabana, no coração da Zona Sul do Rio de Janeiro, a Sede Histórica é a mais antiga escola do DeROSE Method, procurada para visita e práticas por praticantes do mundo inteiro!

    Um espaço reservado e agradável, que conta com uma infraestrutura planejada para uma experiência especial. Prezamos pelo conforto, bem estar e segurança dos nossos alunos e visitantes. Por todos os que aqui chegam, nossa Escola é conhecida como verdadeiro oásis em Copacabana.

     

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  • Receita de Lasanha de Berinjela

    Ingredientes:

    – 3 berinjelas médias e cruas;
    – 1 colher de café de sal;
    – Suco de ½ limão;
    – 2 xícaras de chá de farinha de trigo;
    – 1 ovo batido;
    – 2 xícaras de chá de farinha de rosca;
    – Óleo para fritar;
    – 1 lata de molho de tomate;
    – 200 g de queijo mussarela fatiada;
    – Azeitonas sem caroço cortadas;
    – 1 xícara de chá de queijo parmesão ralado;
    – 1 tomate cortado em rodelas;
    – 3 colheres de sopa de azeite;
    – Manjericão a gosto.

     

    Modo de Preparo:

    Aqueça o forno a 220ºC. Corte as berinjelas em fatias no sentido do comprimento. Coloque de molho em água com sal e o suco de limão durante 15 minutos. Escorra e esprema levemente. Passe cada fatia de berinjela na farinha de trigo, no ovo batido e por último na farinha de rosca. Aqueça bem o óleo e frite até dourar. Coloque sobre papel toalha para retirar o excesso de gordura. Em um refratário retangular, alterne uma camada de molho, salpique as azeitonas, uma camada de berinjela e uma camada de mussarela. Repita para formar mais de duas camadas. Termine com a mussarela e por cima o queijo parmesão ralado. Distribua as rodelas de tomate, regue com o azeite, salpique o manjericão e leve ao forno até gratinar.

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  • Resumo do livro “Sucesso” do Prof. DeRose

    Um presente para você!
    Neste mês de aniversário da Sede Histórica, queremos compartilhar um resumo do mais novo livro do escritor DeRose: Sucesso!

     

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    SUCESSO

    Livro para ser (re)lido muitas vezes e estudado, por quem quer crescer profissionalmente e como ser humano, pois cada página simboliza, literalmente, anos de experiência.
    Esta compilação de orientações nos leva muito mais que ao rumo de ganhar dinheiro o suficiente para viver com dignidade, promove a consciência de fazermos o que nos traz satisfação, permanecendo na ativa, sendo útil e expandindo nossa obra e legado.
    O melhor do livro, é que podemos aplicar cada ensinamento no dia a dia.
    Ao lidar com dinheiro, volátil energia, quanto mais apegado formos, mas ele foge de nós: é preciso fazer dinheiro sem ser dinheirista, pois “atrás de cada rico existe um demônio, e atrás de cada pobre existem dois” Yung. E podemos ir além: para reduzir a pobreza no mundo, é preciso ser bem sucedido “muito perde quem nada tem: a oportunidade de dar” DeRose.
    Aprendemos a estabelecer sintonia com o sucesso, podemos adotar mais ações de civilidade por dia, cultivando a cordialidade e reagindo com compaixão e tolerância. O fracasso das relações humanas se expande a todas as áreas, deixemos de ser descontentes e nos eduquemos para adaptarmo-nos. O livro tem ainda o objetivo de nos alavancar a um patamar de excelente comportamento e atitude, pois todas as circunstâncias vivenciadas incorporam-se ao nosso patrimônio corporal.
    “Cada erro cometido, é um virtude adquirida”: vamos aprendendo o que fazer e o que não fazer, ao perseguir uma carreira que nos é agradável, gostosa, divertida e estimulante. Para tanto é provável que acabemos trabalhando por nós mesmos, dando nosso máximo, deixando desabrochar a criatividade e realizando tudo com satisfação.
    Coworking pode ser uma opção neste caso, com compartilhamento de espaços e recursos, focando não apenas no lucro, mas também na sociedade. Sair do nocivo paradigma do emprego é fundamental, pois simboliza ultrapassar o milenar sistema de escravagismo e suas várias nuances. Só assim mudaremos da polaridade passiva e estática do empregado para a ativa e positiva do empreendedor: este está o tempo todo aprendendo e gerando ideias para o seu negócio, encontrando soluções para melhorar e progredir.
    Detalhes neste processo fazem toda a diferença: desde o tratar qualquer papel com respeito, passando pela linguagem que utilizamos e chegando a aprender e supervisionar todo o processo de legalização e contabilidade: assim cultivamos a liberdade para ousar e reinventar, bem como valorizamos cada pedacinho de patrimônio construído. Em outras palavras: tomamos a iniciativa e procuramos o que nos interessa, sendo ativos sempre.
    Para ir além, percebemos que não vale a pena ter sócios e perder a autonomia, muito menos pedir dinheiro emprestado a banco; que ter inimigos como um termômetro estressor pode ser o grande diferencial, que é preciso entrar de cabeça e queimar navios se preciso, tirando do âmago as soluções para continuar existindo.
    É preciso coragem para abraçar os próprios sonhos, inteligência para investir em si, diversificar as fontes de renda sem perder o foco e cobrar preços condignos, sabendo distinguir ativos e passivos para a produção de renda e para a predisposição à riqueza.
    Como estrutura de cada uma dessas escolhas, temos a honestidade, a ética e a capacidade de liderança afetuosa, carinhosa e precisa, carismática e eficiente. A qualidade de vida e a atitude afirmativa entram como temperos diários para sermos de fato bem sucedidos!

     

     

     

  • Receita de pão de queijo

    Receita da Professora Ro de Castro.

     

    Ingredientes:
    – polvilho doce ou azedo (1 xícara);
    – queijo de minas curado ralado (1 xícara);
    – manteiga (1 colher de sopa);
    – leite (até 1/2 xícara);
    – sal a gosto.

     

    Modo de fazer:

    Misture bem o polvilho com a manteiga e o queijo. Acrescente o leite aos poucos, enquanto amassa, até que a massa fique macia, homogênea e no ponto de fazer as bolinhas. Se o queijo não for salgado adicione sal a gosto. Unte e enfarinhe uma forma. Distribua os pãezinhos e leve para assar em forno médio por 20 a 30 minutos. Esta receita rende 8 pãezinhos.

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  • A tecnologia ao nosso favor

    Com o uso da tecnologia de impressão tridimensional, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into), ligado ao Ministério da Saúde, vai produzir próteses para pacientes amputados.

    A técnica já é usada para a confecção de instrumentos médicos usados em pacientes com artroses de ombro do instituto. Ao tornar mais precisas e ágeis as cirurgias, o Into prevê a redução mais rápida da espera cirúrgica.

    Especialistas do Into já se preparam para substituir também braços, pernas e pés amputados, inclusive de crianças. “A ideia é realizar essa cirurgia em larga escala e, a partir daí, extrapolar para outras articulações, como coluna e quadril”, conta o cirurgião Marcus Vinicius, que realizou as primeiras cirurgias em 3D no Into.

    A tecnologia tridimensional funciona a partir de um software (programa de computador) que reúne informações para a produção dos instrumentos extraídas de imagens produzidas por tomografia computadorizada. Assim, ela gera o objeto plástico.

    Um dos principais desafios das cirurgias é colocá-las na posição correta. Por isso, a grande vantagem da impressora é gerar peças que elevam a precisão da inserção dos equipamentos no corpo de forma menos agressiva.

    Em cinco anos, o instituto ampliou a sede no Rio de Janeiro e reduziu a fila cirúrgica de 22 mil para 11.123 cirurgias em espera. No primeiro semestre deste ano, foram realizadas 4.323 cirurgias e 108.389 consultas ambulatoriais.

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    Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil e Into 

  • Receita de lasanha de abóbora com gorgonzola

    Receita do Espaço Gourmet da Professora Ro de Castro.

     

    Ingredientes:

    Abóbora madura – 1,5 kg;
    Cebola pequena – 1 unidade;
    Óleo – 2 colheres de sopa;
    Cheiro verde – 1 maço;
    Leite – 1 litro;
    Amido de milho – 3 colheres (sopa);
    Noz moscada – ½ noz;
    Queijo gorgonzola – 175g;
    Massa para lasanha – 350g;
    Queijo muçarela – 250g;
    Sal – a gosto;

     

    Modo de fazer:

    Asse a abóbora inteira ou cortada em pedaços grandes. Quando estiver bem macia, desligue o forno e deixe amornar para cortar. A abóbora deve ficar no ponto de desmanchar.
    Doure a cebola no óleo ou azeite, refogue a abóbora e quando desligar o fogo acrescente o cheiro verde picado.
    Leve ao fogo o leite com o amido de milho ou farinha de trigo. Mexa com um misturador e deixe no fogo até ferver. Tempere com bastante noz moscada ralada.
    Pique o gorgonzola gelado.

    Monte a lasanha: cubra o fundo de uma forma refratária com o molho. Arrume uma camada de massa por cima. Em seguida uma parte da abóbora, outra camada de massa, fatias de muçarela por cima, outra camada de massa, mais uma de abóbora, massa e por último o restante do molho branco. Espalhe o gorgonzola por cima e leve ao forno em banho Maria.

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  • Arte e Técnica

    Parte fundamental da estrutura do DeROSE Method é o trabalho de técnicas, das mais simples às mais elaboradas. Como queremos trazer mais sensibilidade e consciência a tudo o que fazemos, buscamos transformar a própria existência em verdadeira obra de arte. Para refletir a relação entre arte e técnica, trazemos as palavras do artista João Werner:

    “Na sua relação com a natureza, o ser humano tem transformado e interferido com o natural através da utilização da técnica. Todo o desenvolvimento da cultura tem-se dado pela mediação de procedimentos técnicos.

    No domínio do fogo, nas primeiras semeaduras, no desenvolvimento da metalurgia, da cestaria ou da cerâmica, o conhecimento da maneira de produzir algo era passado de geração a geração, preservado como um patrimônio precioso.

    Esses conhecimentos, no princípio, eram quase que confundidos com os processos e rituais que formavam a sociedade primitiva. Se a semeadura era realizada nas épocas das chuvas, a garantia da boa colheita era obtida pelo sacrifício ao deus do cereal.

    Deste fundo comum de magia e tecnologia, lentamente se destacaram algumas técnicas que podiam-se auto-corrigir. Algumas técnicas se aperfeiçoaram, outras se mantiveram intactas, atravessando séculos sem grandes transformações.

    A arte, como técnica produtora de símbolos de comunicação estética, foi considerada na fronteira entre as técnicas que se podiam aprimorar e as que, pela própria natureza, permaneciam imutáveis. Esta situação ambígua tornou-se preponderante na época moderna.

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    Como uma das técnicas responsáveis pela produção da realidade humana, sociocultural, atuante entre diversos sistemas de crenças, a arte, quando tende para um essencialismo tende, simultaneamente, para desprezar a autocorreção de suas ações.

    O desprezo pelo desenvolvimento técnico tinha, por exemplo, o romantismo que, tendo a arte como expressão do Absoluto, via na técnica apenas um estorvo a mais para a criatividade espontânea.

    Contrariamente a esta posição, a arte, quando tende para a materialidade da vida e das relações sociais, tende a supervalorizar o emprego e o papel dos procedimentos técnicos.

    Concordando com estes últimos, na verdade, a técnica com que é realizada a arte é um dos mais importantes aspectos de sua existência, tão importante que torna-se difícil, senão impossível, separar a produção artística de sua produção técnica. E, por mais que se queira ver na a arte uma possível essência “inefável”, qualquer avanço das técnicas artísticas traz um avanço concomitante na produção estética.”

  • Receita de champignon na moranga

    Que tal experimentar uma receita tão tradicional em sua versão sem carnes?
    Confira a receita de um dos nossos livros de alimentação.

     

    Ingredientes:
    – abóbora moranga: 1 de aproximadamente 3 kg
    – tomates grandes: 6 unidades
    – champignons frescos: 1 1/2 kg
    – cebola picada: 1 unidade
    – óleo: pouco
    – louro: algumas folhas
    – pimenta vermelha: a gosto
    – cheiro-verde picado: 1 maço
    – sal: a gosto
    – leite de coco: 1/4 de xícara
    – manteiga ou azeite: 1 colher (sopa)
    – amido de milho: 1 colher (chá)
    – queijo cremoso (tipo Catupiry): 300 g

     

    Modo de fazer:

    Lave muito bem a moranga, corte uma tampa redonda na sua parte superior e retire cuidadosamente as sementes e uma pequena parte da polpa. Deixe a moranga ferver por aproximadamente 15 minutos numa panela bem grande, com uma xícara de água. Então, retire, escorre e reserve.

    Retire a pele dos tomates. Para isso, mergulhe-os em água fervente até as cascas se racharem e, em seguida, jogue-os na água fria. Elimine as sementes e bata-os no liquidificador.

    Deixe os champignons de molho em água com limão. Lave-os bem e escorra toda água.

    Refogue a cebola numa frigideira grande, com um pouco de óleo bem quente. Acrescente em seguida os tomates, o louro, as pimentas, o cheiro-verde e o sal. Deixe cozinhar um pouco e acrescente os champignons, conservando tudo no fogo por mais uns 10 minutos. Junte, então, o leite de coco, o creme de leite e a manteiga.

    Adicione o amido de milho dissolvido num pouco de leite e mexa até que a mistura engrosse.

    Forre o interior da moranga com fatias do queijo cremoso e derrame nela a mistura de champignons. Coloque a tampa como se fosse uma sopeira e pincele generosamente com óleo por fora. Leve então ao forno moderado para derreter o queijo e sirva acompanhada com arroz.

     

    Possíveis substituições:

    Creme de leite por yogurt natural, sendo que este deve ser acrescentado no fim, assim que a abóbora sair do forno. Misture delicadamente com o molho.

     

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