• Receita de lasanha de abóbora com gorgonzola

    Receita do Espaço Gourmet da Professora Ro de Castro.

     

    Ingredientes:

    Abóbora madura – 1,5 kg;
    Cebola pequena – 1 unidade;
    Óleo – 2 colheres de sopa;
    Cheiro verde – 1 maço;
    Leite – 1 litro;
    Amido de milho – 3 colheres (sopa);
    Noz moscada – ½ noz;
    Queijo gorgonzola – 175g;
    Massa para lasanha – 350g;
    Queijo muçarela – 250g;
    Sal – a gosto;

     

    Modo de fazer:

    Asse a abóbora inteira ou cortada em pedaços grandes. Quando estiver bem macia, desligue o forno e deixe amornar para cortar. A abóbora deve ficar no ponto de desmanchar.
    Doure a cebola no óleo ou azeite, refogue a abóbora e quando desligar o fogo acrescente o cheiro verde picado.
    Leve ao fogo o leite com o amido de milho ou farinha de trigo. Mexa com um misturador e deixe no fogo até ferver. Tempere com bastante noz moscada ralada.
    Pique o gorgonzola gelado.

    Monte a lasanha: cubra o fundo de uma forma refratária com o molho. Arrume uma camada de massa por cima. Em seguida uma parte da abóbora, outra camada de massa, fatias de muçarela por cima, outra camada de massa, mais uma de abóbora, massa e por último o restante do molho branco. Espalhe o gorgonzola por cima e leve ao forno em banho Maria.

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  • Arte e Técnica

    Parte fundamental da estrutura do DeROSE Method é o trabalho de técnicas, das mais simples às mais elaboradas. Como queremos trazer mais sensibilidade e consciência a tudo o que fazemos, buscamos transformar a própria existência em verdadeira obra de arte. Para refletir a relação entre arte e técnica, trazemos as palavras do artista João Werner:

    “Na sua relação com a natureza, o ser humano tem transformado e interferido com o natural através da utilização da técnica. Todo o desenvolvimento da cultura tem-se dado pela mediação de procedimentos técnicos.

    No domínio do fogo, nas primeiras semeaduras, no desenvolvimento da metalurgia, da cestaria ou da cerâmica, o conhecimento da maneira de produzir algo era passado de geração a geração, preservado como um patrimônio precioso.

    Esses conhecimentos, no princípio, eram quase que confundidos com os processos e rituais que formavam a sociedade primitiva. Se a semeadura era realizada nas épocas das chuvas, a garantia da boa colheita era obtida pelo sacrifício ao deus do cereal.

    Deste fundo comum de magia e tecnologia, lentamente se destacaram algumas técnicas que podiam-se auto-corrigir. Algumas técnicas se aperfeiçoaram, outras se mantiveram intactas, atravessando séculos sem grandes transformações.

    A arte, como técnica produtora de símbolos de comunicação estética, foi considerada na fronteira entre as técnicas que se podiam aprimorar e as que, pela própria natureza, permaneciam imutáveis. Esta situação ambígua tornou-se preponderante na época moderna.

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    Como uma das técnicas responsáveis pela produção da realidade humana, sociocultural, atuante entre diversos sistemas de crenças, a arte, quando tende para um essencialismo tende, simultaneamente, para desprezar a autocorreção de suas ações.

    O desprezo pelo desenvolvimento técnico tinha, por exemplo, o romantismo que, tendo a arte como expressão do Absoluto, via na técnica apenas um estorvo a mais para a criatividade espontânea.

    Contrariamente a esta posição, a arte, quando tende para a materialidade da vida e das relações sociais, tende a supervalorizar o emprego e o papel dos procedimentos técnicos.

    Concordando com estes últimos, na verdade, a técnica com que é realizada a arte é um dos mais importantes aspectos de sua existência, tão importante que torna-se difícil, senão impossível, separar a produção artística de sua produção técnica. E, por mais que se queira ver na a arte uma possível essência “inefável”, qualquer avanço das técnicas artísticas traz um avanço concomitante na produção estética.”

  • Receita de champignon na moranga

    Que tal experimentar uma receita tão tradicional em sua versão sem carnes?
    Confira a receita de um dos nossos livros de alimentação.

     

    Ingredientes:
    – abóbora moranga: 1 de aproximadamente 3 kg
    – tomates grandes: 6 unidades
    – champignons frescos: 1 1/2 kg
    – cebola picada: 1 unidade
    – óleo: pouco
    – louro: algumas folhas
    – pimenta vermelha: a gosto
    – cheiro-verde picado: 1 maço
    – sal: a gosto
    – leite de coco: 1/4 de xícara
    – manteiga ou azeite: 1 colher (sopa)
    – amido de milho: 1 colher (chá)
    – queijo cremoso (tipo Catupiry): 300 g

     

    Modo de fazer:

    Lave muito bem a moranga, corte uma tampa redonda na sua parte superior e retire cuidadosamente as sementes e uma pequena parte da polpa. Deixe a moranga ferver por aproximadamente 15 minutos numa panela bem grande, com uma xícara de água. Então, retire, escorre e reserve.

    Retire a pele dos tomates. Para isso, mergulhe-os em água fervente até as cascas se racharem e, em seguida, jogue-os na água fria. Elimine as sementes e bata-os no liquidificador.

    Deixe os champignons de molho em água com limão. Lave-os bem e escorra toda água.

    Refogue a cebola numa frigideira grande, com um pouco de óleo bem quente. Acrescente em seguida os tomates, o louro, as pimentas, o cheiro-verde e o sal. Deixe cozinhar um pouco e acrescente os champignons, conservando tudo no fogo por mais uns 10 minutos. Junte, então, o leite de coco, o creme de leite e a manteiga.

    Adicione o amido de milho dissolvido num pouco de leite e mexa até que a mistura engrosse.

    Forre o interior da moranga com fatias do queijo cremoso e derrame nela a mistura de champignons. Coloque a tampa como se fosse uma sopeira e pincele generosamente com óleo por fora. Leve então ao forno moderado para derreter o queijo e sirva acompanhada com arroz.

     

    Possíveis substituições:

    Creme de leite por yogurt natural, sendo que este deve ser acrescentado no fim, assim que a abóbora sair do forno. Misture delicadamente com o molho.

     

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  • Alta Performance

    “Agir, eis a inteligência verdadeira.
    Serei o que quiser.
    Mas tenho que querer o que for.
    O êxito está em ter êxito,
    e não em ter condições de êxito.
    Condições de palácio tem qualquer terra larga,
    mas onde estará o palácio se não o fizerem ali?”
    Fernando Pessoa

    Sim, nosso assunto de hoje, alta performance, traz a reflexão sobre o fazer, sobre estar em aprimoramento e evolução sempre, todos os dias e em tudo o que fazemos!

    O treinamento de alta performance do DeROSE Method se destina a qualquer pessoa que queira aumentar seus resultados em qualquer área da sua vida e, como consequência, contribuir ativamente para que mais pessoas também aumentem as suas conquistas.

    Deixamos aqui duas propostas para que pense o que é alta performance para você e a partir de hoje já a tenha mais presente em seu dia a dia:

    Uma excelente estratégia para colocar os desafios em prática no dia a dia é eleger uma atividade que você deseja adquirir ou aprimorar, e quer ter em sua rotina para conquistar. Escolher uma habilidade específica a ser adquirida. Se for algo a ser aprendido com o decorrer do tempo, você precisa verdadeiramente desejar dominar tal técnica, caso contrário irá desistir. Arrisque.

    Um despretensioso exercício de desenvolvimento de aptidões. Consiste em adestrar a mão esquerda e a direita de forma similar, executando todas as tarefas, tais como comer, escrever etc., nos dias ímpares, com uma e nos dias pares, com a outra. Recentemente descobriu-se que esse simples treinamento consistia numa poderosa estimulação neurológica dos hemisférios cerebrais. Experimente.

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  • A importância de viajar

    “Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”.
    Amyr Klink

    Como aluno do DeROSE Method, você tem a possibilidade de praticar, quando em viagem, noutras Escolas, em várias cidades de todas as regiões do Brasil e no exterior, nas capitais dos principais países da Europa e das Américas. Você não precisa interromper seu programa de práticas!

    Quem viaja expande horizontes, conhece novas pessoas, amplia laços afetivos e, acima de tudo, constrói memórias. Assim, vai criando uma rede de amizades por todo o mundo!

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  • Dia da Amizade

    Se aproxima o dia do amigo e da amizade, que poderia ser considerado um dos mais importantes do ano, afinal, “A melhor parte da vida de uma pessoa está nas suas amizades”! (Abraham Lincoln)

    Uma das principais características da Nossa Cultura é o sentimento gregário, o que pode sim ser traduzido como o hábito de gerar sempre novas amizades e cultivar as antigas. O grupo, as amizades sinceras, a partilha constante reservam-nos uma aprendizagem contínua através do outro e com o outro.

    “Sentimento gregário é o que induz cada um de nós a perceber, bem no âmago da nossa alma, que fazer tudo isso, participar de tudo isso, não é uma obrigação, mas uma satisfação.” Sistematizador DeRose

    Um brinde e um texto de Fabrício Carpinejar, celebremos, a cada dia, a força da amizade!

     

    OS AMIGOS INVISÍVEIS

    Os amigos não precisam estar ao lado para justificar a lealdade. Mandar relatórios do que estão fazendo para mostrar preocupação.

    Os amigos são para toda a vida, ainda que não estejam conosco a vida inteira. Temos o costume de confundir amizade com onipresença e exigimos que as pessoas estejam sempre por perto, de plantão. Amizade não é dependência, submissão. Não se têm amigos para concordar na íntegra, mas para revisar os rascunhos e duvidar da letra. É independência, é respeito, é pedir uma opinião que não seja igual, uma experiência diferente.

    O que é mais importante: a proximidade física ou afetiva? A proximidade física nem sempre é afetiva. Amigo pode ser um álibi ou cúmplice ou um bajulador ou um oportunista, ambicionando interesses que não o da simples troca e convívio.

    Amigo mesmo demora a ser descoberto. É a permanência de seus conselhos e apoio que dirão de sua perenidade.

    Amigo mesmo modifica a nossa história, chega a nos combater pela verdade e discernimento, supera condicionamentos e conluios. São capazes de brigar com a gente pelo nosso bem-estar.

    Assim como há os amigos imaginários da infância, há os amigos invisíveis na maturidade. Aqueles que não estão perto podem estar dentro. Tenho amigos que nunca mais vi, que nunca mais recebi novidades e os valorizo com o frescor de um encontro recente.. Não vou mentir a eles, vamos nos ligar? Num esbarrão de rua. Muito menos dar desculpas esfarrapadas ao distanciamento.

    Eles me ajudaram e não necessitam atualizar o cadastro para que sejam lembrados. Ou passar em casa todo o final de semana e me convidar para ser padrinho de casamento, dos filhos, dos netos, dos bisnetos. Caso os encontre, haverá a empatia da primeira vez, a empatia da última vez, a empatia incessante de identificação. Amigos me salvaram da fossa, amigos me salvaram das drogas, amigos me salvaram da inveja, amigos me salvaram da precipitação, amigos me salvaram das brigas, amigos me salvaram de mim.

    Os amigos são próprios de fases: da rua, do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, da faculdade, do futebol, da poesia, do emprego, da dança, dos cursos de inglês, da capoeira, da academia, do blog. Significativos em cada etapa de formação. Não estão em nossa frente diariamente, mas estão em nossa personalidade, determinando, de modo imperceptível, as nossas atitudes.

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  • Receita de lasanha de palmito

    Receita extraída do livro “O gourmet vegetariano” da Profª. Rôsangela de Castro.

     

    Ingredientes:

    – Massa para lasanha (250g);
    – Tomate (4 unidades);
    – Cebolas (1 grande);
    – Óleo (4 colheres de sopa);
    – Açúcar (1 colher de sopa);
    – Palmito (1 frasco grande);
    – Manjericão (a gosto);
    – Leite (2 xícaras);
    – Manteiga (2 colheres de sopa);
    – Amido de milho (2 colheres de sopa);
    – Queijo parmesão ralado (50g);
    – Noz-moscada ralada (a gosto);
    – Queijo mozzarella fatiado (250g);
    – Sal (a gosto);
    – Orégano (a gosto);
    – Azeite (a gosto);

     

    Modo de confecção:

    – Numa panela grande, coloque água para ferver, acrescente sal e óleo e ponha a massa para cozinhar. Mexa de vez em quando.
    – Pode-se utilizar também a massa pronta e vai direto ao forno.
    – Escalde os tomates em água fervente e logo em seguida banhe-os em água fria para retirar a pele. Em seguida pique-os.
    – Corte a cebola em tiras finas, refogue-as no óleo até que fiquem bem douradas e acrescente os tomates. Adicione sal a gosto e o açúcar, para amenizar a acidez do tomate. Deixe cozinhar para formar o molho e, por fim, junte o palmito picado e o manjericão.
    – Prepare o creme de parmesão: misture o leite com o amido de milho, a manteiga e o queijo ralado e leve ao lume. Mexa sempre até engrossar. No fim, junte a noz-moscada ralada.
    – Monte a lasanha. Primeiro unte uma forma de vidro refratário com azeite.

    – Coloque uma camada fina de creme de parmesão; depois, uma de massa; a seguir, o molho com palmito; depois, uma de massa, creme, fatias de queijo mozzarella. Complete com as camadas alternando-as desta maneira: massa, molho com palmito, massa, creme, queijo mozzarella. Regue com azeite e polvilhe com o orégano.
    – Leve ao forno quente e deixe até que todo o queijo tenha ficado bem derretido.

    – O óleo pode ser substituído por manteiga.

     

    Experimente! Bom apetite!

     

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  • Livro “Falando Bonito”

    “Fulano, preciso comprar um óculos escuro novo por causa que eu perdi o meu antes de ontem. Vou para o Nordeste nos próximos dias e de acordo com a metereologia fará sol todos os dias. Para isso, vou precisar proteger meus olhos. Tu quer vim comigo? A gente pode fazer um lanche em algum lugar depois. Vamos?”
    Notou alguma coisa estranha no parágrafo acima? Se nada lhe incomodou, está na hora de rever os seus conceitos linguísticos.
    Infelizmente, é bastante comum que até mesmo pessoas instruídas carreguem vícios de linguagem que podem devastar a imagem pessoal em uma conversa despretensiosa. Já pensou cometer uma gafe dessas ao trocar meia dúzia de palavras com um potencial parceiro de negócios ou em uma entrevista de empresa? Nada legal!
    Em situações assim, não seria surpresa alguma que suas chances estejam comprometidas. Mesmo que você tenha cursado boas faculdades, inclusive com mestrado e doutorado, a má (ou péssima) impressão já teria sido passada. Afinal de contas, uma palavra errada, uma dicção viciosa, uma concordância malfeita por parte do interlocutor são atitudes que causam má impressão.
    Falar ou escrever com erros é uma das maiores demonstrações de que o indivíduo em questão não recebeu boa educação. No pocket book ‘Falando Bonito’, do escritor DeRose, são comentados vários erros comuns da nossa língua. Erros que sinalizam baixa cultura, mesmo se quem os aplicar seja portador de diploma universitário, como vem ocorrendo com cada vez mais frequência.
    Para eliminar as chances de cometer pequenas gafes que podem ter efeitos comprometedores sobre a sua imagem, reserve alguns minutos do seu dia para ler ou reler o ‘Falando Bonito’. A leitura é bastante divertida, esclarecedora e definitivamente contribui para que, com simples reeducação linguística, nos tornemos pessoas mais polidas em nossa comunicação diária, transmitindo a imagem correta sem chances de comprometê-la.

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    Texto escrito pelo Instrutor Fábbio Canto

  • Receita de Quentão sem Álcool

    Receita do Empreendedor Valter Figueiredo, da nossa escola:

    Ingredientes:

    • 1,5 litro de suco de uva (marca ao seu gosto, sugiro sem adição de açúcar);
    • 0,5 litro de água;
    • 1 copo (de requeijão) com açúcar refinado;
    • 1 copo (de requeijão) com gengibre ralado;
    • 6 paus de canela;
    • Cardamomo (ao seu gosto, coloquei bastante, aproximadamente uns 20 casulinhos esmagados);
    • 2 maçãs (descascadas e cortadas em pedaços médios);
    • 10 cravinhos.

     

    Modo de preparo:

    Fazer o caramelo com o açúcar e canela em pau, assim que o caramelo estiver no ponto, adicione o gengibre ralado e mexa. Antes de endurecer acrescente a água fervente e em seguida, o suco de uva e os demais ingredientes (cardamomo, maçãs, cravinhos).

    Deixar ferver por uns cinco minutos, coar e servir com carinho e um sorriso.

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  • Dia da Ecologia e Semana Mundial do Meio Ambiente

    Comemoramos no início de junho o dia da Ecologia e a Semana Mundial do Meio Ambiente.

    Como o DeROSE Method tem como algumas de suas finalidades as boas relações e expansão da consciência, a integração com o meio ambiente e o adotar de atitudes mais sustentáveis são inerentes à Nossa Cultura.

    Sim, o desenvolvimento sustentável (humano, institucional é do próprio planeta) é um caminho trilhado diariamente, com respeito mútuo e consciência de que todas as empresas, comunidades, pessoas e demais seres são partes integrantes de um único ecossistema. Consideramos fundamental que cada parte leve em consideração o todo, entendendo que este é sempre afetado por suas ações e escolhas.

    Já sabemos que não faz sentido esgotarmos os recursos do planeta como se não houvesse amanhã. Estamos o tempo todo traçando o nosso futuro próximo e distante, e influenciando o futuro de todos à nossa volta, ou seja, cada um de nós tem sua parcela de responsabilidade sobre o Planeta Terra e o universo que habitamos.

    Aqui citaremos algumas ações para serem aplicadas no dia a dia, possibilitando a renovação e replicação dos recursos naturais:

    • Utilize “o necessário, somente o necessário… o extraordinário é demais”. E isso vale para água, energia, combustível, comida, eletrônicos, papel etc. Evite desperdícios;
    • Otimizar: palavra chave. Economizar água, reaproveitando a água do banho ou da máquina de lavar, por exemplo. Verifique se as torneiras bem fechadas, pois apesar de uma gota parecer pouco;
    • Vá de bike! Ou Economize combustível ao pegar transporte público sempre que possível, ou combinar caronas com os amigos;
    • Evite comprar todos os eletrônicos que são lançados apenas pelo modismo. Descartar eletrônicos em locais apropriados;
    • Recicle o lixo, utilize reutilizáveis, ao invés de descartáveis. O mesmo vale para sacolas de compras;
    • Evite a utilização de materiais de difícil decomposição ou reciclagem, como por exemplo, isopor;
    • Reavalie sua alimentação. Os maiores responsáveis pela poluição e pelo comprometimento do ar que respiramos, pelo aquecimento global e pela destruição da camada de ozônio é o consumo de carne, que sustentam uma indústria pecuária sem precedentes na história da humanidade.

    Acrescente mais itens a esta lista. Juntos podemos reverter o estrago e construir um mundo melhor.

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